Bebê de 5 meses prende dedo em brinquedo e bombeiros têm de cortar o objeto, em Catalão

Pais da criança decidiram levá-la aos bombeiros em vez de tentar salvá-la por conta própria

Bebê de 5 meses prende dedo em brinquedo e bombeiros têm de cortar o objeto em Catalão
Bebê de 5 meses prende dedo em brinquedo e bombeiros têm de cortar o objeto em Catalão (Foto: Corpo de Bombeiros)

Os pais de uma menina de cinco meses precisaram levar a filha até a base do Corpo de Bombeiros após a criança prender o dedo polegar da mão no orifício de um brinquedo. O caso aconteceu por volta das 16h45 de segunda-feira (10), em Catalão, região sudoeste de Goiás.

Pais preferiram levar a filha para os bombeiros por receio de machucá-la ao tentar desprender o dedo

A criança brincava com o objeto feito de plástico e composto por diversos furos quando prendeu o polegar. Os pais tentaram retirar o dedo da criança, mas, por receio de machucá-la, não persistiram na tentativa e buscaram ajuda dos bombeiros.

O polegar da menina inchou, o que dificultou a retirada do dedo preso ao objeto. A equipe dos bombeiros utilizou um alicate de corte para cortar o brinquedo e liberar o dedo da criança. Apesar do susto, a criança não teve maiores ferimentos e retornou para casa.

Não é um caso isolado

Esse não é um caso isolado. Acidentes onde crianças ficam com o dedo preso em objetos acontecem com frequência.

No dia 17 de setembro, uma criança de 3 anos prendeu os dedos em uma cadeira de ferro enquanto aguardava atendimento na UPA do Jardim América, em Goiânia. O Corpo de Bombeiros foi acionado e usaram um desencarcerador para retirar os dedos da criança que já estavam roxos e inchados. Apesar de choroso e assustado, o menino colaborou com o trabalho dos militares e não foi necessário atendimento médico.

Em junho de 2021, uma menina de 2 anos prendeu o dedo no ralo do banheiro enquanto brincava sentada no chão durante o banho no apartamento da família, em Rio Verde. O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas a família conseguiu retirar o dedo da criança antes da chegada dos militares. A criança não se feriu e não houve necessidade de levá-la ao hospital.

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*Jeice Oliveira compõe programa de estágio do Mais Goiás sob supervisão de Hugo Oliveira