“As nossas propostas estão chegando aos nossos eleitores. Hoje, por onde a gente passa, estão falando das administrações regionais. O nosso adversário está copiando, como a regularização fundiária. Viemos com a proposta de internet gratuita e ele também copiou”, afirmou Vanderlan Cardoso em entrevista à rádio CBN e ao Jornal O Popular, no espaço destinado a um debate, que não ocorreu por causa da ausência de Iris Rezende (PMDB).
O candidato do PSB ainda completou que não pode ser acusado, em momento algum, de não apresentar propostas e apenas provocar o adversário. “O que não posso é ficar calado, porque o povo não quer candidato mole, que não responde às mentiras”. Vanderlan destacou vários projetos que foram mostrados neste segundo turno, como o polo de tecnologia, a regularização das escrituras e Wi-Fi nas praças.
“Eu entendo que segurança pública não se faz dando mais armas para a população, não é colocando uma pessoa que tem patente no peito que vai melhorar. Nós vamos equipar a Guarda Civil Metropolitana, fortalecer os conselhos de segurança e firmar parcerias com as polícias, o Ministério Público e Judiciário”, disse o candidato ao responder sobre não contar com um policial em sua coligação.
Vanderlan ainda ressaltou que o vice Thiago Albernaz será atuante na Prefeitura de Goiânia. “Não temos vergonha do nosso vice como o nosso adversário tem do dele. E para trazer de volta a tranquilidade para a população, precisamos investir na segurança preventiva, com a iluminação da cidade e das praças, educação de qualidade e inclusão social, por meio das escolas de iniciação esportiva e geração de emprego e renda, para tirar as pessoas da ociosidade das ruas”.
Outro ponto, de acordo com o candidato do PSB à prefeitura, é o projeto de câmeras de segurança interligadas entre o poder público e a iniciativa privada, que foi cedido pelo ex-candidato e deputado estadual Francisco Júnior. “Nós vamos fazer com que todos os pontos estratégicos da cidade tenham as câmeras e que as que estão em funcionamento nos comércios e residências também integrem a força de segurança”.