Casal suspeito de fazer PIX falsos em estabelecimentos comerciais é preso em Quirinópolis (GO)

Ao menos cinco pessoas já registraram ocorrência contra os suspeitos

O casal, Suyane de Souza e Welton de Almeida Campos, está preso por suspeita de aplicar o chamado 'golpe do PIX' em comércios da cidade de Quirinópolis. Segundo a Polícia Civil, cinco pessoas já registraram ocorrência contra os suspeitos, mas nas redes sociais, as vítimas que caíram ou quase caíram no golpe passam de 15. 
Casal suspeito de aplicar golpe do pix em comércio é preso em Quirinópolis (GO) (Foto: Divulgação – PC)

O casal Suyane de Souza e Welton de Almeida Campos está preso por suspeita de aplicar o chamado ‘golpe do PIX’ em estabelecimentos comerciais de Quirinópolis (Goiás). Segundo a Polícia Civil, cinco pessoas já registraram ocorrência contra os suspeitos. Mas, nas redes sociais, o número de vítimas que disseram ter caído ou quase caído no golpe passa de 15.

Depois de analisar as denúncias, a polícia cumpriu mandados de prisão preventiva contra o casal, na manhã desta quarta-feira (11). Segundo as investigações, Welton e Suyane enviavam comprovantes de agendamento de transferências em vez de realmente fazê-las. Os vendedores, ludibriados pelo comprovante e achando que haviam recebido o efetivo pagamento, entregavam o produto ou serviço.

A delegada do caso, Camila Simões, afirma que cinco pessoas já denunciaram os golpes no comércio local e em uma loja em Goiânia. Alguns produtos inclusive foram recuperados. Segundo a investigadora, o casal aplicava o golpe em diversas situações. “Desde jantinha e pamonha a compra de eletrônicos”, afirma.

“O prejuízo gira em torno de R$ 200, R$ 150 em cada vítima. O mais alto foi uma tentativa de R$ 500 em Goiânia. Não era um volume expressivo de dinheiro, mas era contra comerciantes e pessoas que precisavam daquela quantia, como cabelereiras, até um vendedor de pamonhas. Acho que se somarmos tudo chega à um prejuízo de R$ 1 mil”, explica a delegada.

A polícia têm divulgado os nomes e imagens dos suspeitos, a fim de auxiliar no surgimento de novas vítimas e testemunhas que façam seu reconhecimento, além de novas provas. Tudo isso está respaldado nos termos da Lei nº 13.869/2019 e da Portaria nº 547/2021 – PC, conforme Despacho da Delegada de Polícia responsável pelo inquérito policial.

De acordo com a corporação, o casal não possui antecendentes criminais.