VAQUINHA

Goiano morre em Paris e família pede ajuda para trazer corpo ao Brasil

Leonardo José Santana vivia na França desde 2023. Parentes aguardam laudo da autópsia e organizam vaquinhas para custear o translado

O goiano Leonardo José Santana, de 31 anos, morreu após passar mal dentro do apartamento onde morava em Paris, na França. Natural de Iaciara, região Nordeste de Goiás, ele vivia em Paris desde 2023 e trabalhava em um hotel. A família aguarda o resultado da autópsia para confirmar a causa da morte e mobiliza campanhas de arrecadação para realizar o traslado do corpo ao Brasil.

A família foi informada sobre a morte na terça-feira (6), por meio de uma amiga que dividia o apartamento com Leonardo. Segundo o relato repassado aos parentes, ele começou a sentir fortes dores, foi até o banheiro e desmaiou. O óbito foi constatado ainda no local.

Antes do ocorrido, Leonardo já enfrentava problemas de saúde relacionados ao estômago. Ele havia informado aos familiares que estava em tratamento contra uma úlcera e que apresentava diversas feridas na região, o que segundo eles, pode ter contribuído para o agravamento da doença. No entanto, a confirmação da causa da morte depende do laudo oficial.

Após o falecimento, os familiares iniciaram uma mobilização para arrecadar recursos e custear o transporte internacional do corpo. Três campanhas de doação foram criadas, em reais, euros e libras, para facilitar a participação de amigos e conhecidos em diferentes países.

O custo total do translado é estimado em cerca de 7 mil euros, o equivalente a aproximadamente R$ 44 mil. Até o momento, a família já arrecadou R$ 15,8 mil obtidos por meio de uma vaquinha on-line e a contribuição de € 3.500 feita por uma prima de Leonardo. Ainda falta uma parte do valor para que o total de R$ 30 mil seja alcançado.

A expectativa da família é que o corpo seja liberado na próxima segunda-feira (12). Aos familiares, a funerária responsável informou que o processo de organização da documentação e da logística deve levar de três a quatro dias.

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Na descrição das campanhas de arrecadação, Leonardo é lembrado como uma pessoa querida, alegre e muito próxima dos amigos e familiares, com muitos planos para o futuro. “Leonardo era um menino querido por todos que cruzavam o seu caminho. Quem o conhecia logo se encantava com seu bom humor, sua alegria contagiante e sua forma leve de viver. Sempre cheio de vida, sonhos e planos para o futuro. Infelizmente ainda não sabemos a causa da morte, e infelizmente, de forma precoce e dolorosa, ele nos deixou”.

Nas redes sociais, ele costumava compartilhar registros da rotina em Paris, com fotos em pontos turísticos e experiências gastronômicas. Em uma das publicações, escreveu: “Paris é um museu ao ar livre, cada esquina tem uma arte”.

Para doações, a família disponibiliza a chave PIX: 5881994@vakinha.com.br