CASO LILIAN

Irmã de Lilian se pronuncia sobre denúncia do MP-GO: ‘Espero que sejam condenados’

A família de Lilian de Oliveira, mulher que sumiu após desembarcar em Goiânia de uma…

A família de Lilian de Oliveira, mulher que sumiu após desembarcar em Goiânia de uma viagem que havia feito para a Colômbia, em fevereiro de 2020, se manifestou depois que o Ministério Público de Goiás (MP-GO) denunciou três pessoas pelo homicídio dela. Em entrevista à TV Anhanguera, Liliane Oliveira, irmã da vítima, afirmou que tem esperança de que a justiça seja feita.

“É com muita fé e com muita esperança que a família recebe a notícia de que o Ministério Público fez a denúncia contra o Ronaldo, a Cleonice e o Jucelino”, disse Liliane.  A gente que eles sejam condenados e que seja feita a justiça”, concluiu.

A denúncia foi oferecida nesta terça-feira (27). De acordo com MP-GO, o empresário Jucelino Pinto da Fonseca teria planejado o crime após discordância sobre o pagamento de pensão alimentícia para a filha que possuía com a vítima, fruto de um relacionamento extraconjugal. A defesa dos denunciados diz que há elementos que provam a inocência e “afastam as versões fantasiosas”.

Além de Jucelino, também foram denunciados Ronaldo Rodrigues Ferreira, amigo do empresário, e Cleonice de Fátima Ferreira, que trabalhava como babá da filha da vítima. Os homens foram denunciados por homicídio qualificado e rapto e concurso de pessoas. Já a mulher foi denunciada pelo assassinato. Os três respondem o processo em liberdade.

A defesa de Jucelino e de Cleonice informou à imprensa que a denúncia será avaliada pela justiça e que espera que ela seja rejeitada. Os advogados ressaltaram ainda que todas as perícias realizadas nos locais onde supostamente aconteceram os crimes apontaram a ausência de possibilidade de que o assassinato tenha sido realmente praticado.

Já a defesa de Ronaldo afirmou que o inquérito e a denúncia não concluíram que foi ele que buscou a vítima no aeroporto, que o homem filmado não foi identificado e que o carro nunca foi encontrado. Ressaltou também que o laudo da perícia não identificou o DNA da vítima e que ele é inocente.