Em Goiânia, ex-senador Arthur Virgílio compara Bolsonaro a Mussolini

Político participa das prévias presidenciais do PSDB em Goiás para as eleições de 2022

Em Goiânia, o ex-senador e pré-candidato a presidência pelo PSDB, Arthur Virgílio comparou o presidente Jair Bolsonaro a Mussolini. (Foto: Jucimar de Sousa/Mais Goiás)
Em Goiânia, o ex-senador e pré-candidato a presidência pelo PSDB, Arthur Virgílio comparou o presidente Jair Bolsonaro a Mussolini. (Foto: Jucimar de Sousa/Mais Goiás)

Em Goiânia, o ex-senador e pré-candidato a presidência pelo PSDB em 2022, Arthur Virgílio, falou em necessidade de defesa da democracia e comparou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ao ditador fascista italiano Benito Mussolini. A fala foi proferida em entrevista coletiva durante evento do partido na capital, nesta sexta-feira (1°).

Arthur Virgílio disputa as prévias do PSDB e foi convidado pelo presidente do partido em Goiás, Marconi Perillo.

“Se eu tivesse que comparar, Bolsonaro está mais para Mussolini do que para Hitler. As motociatas que custaram milhões ao Brasil não são invenção dele. São invenção do ditador Benito Mussolini”, continuou.

Em Goiânia, o ex-senador e pré-candidato a presidência pelo PSDB, Arthur Virgílio comparou o presidente Jair Bolsonaro a Mussolini. (Foto: Jucimar de Sousa/Mais Goiás)

(Foto: Jucimar de Sousa/Mais Goiás)

Para Arthur Virgílio, o PSDB teria o dever de liderar o país para rechaçar qualquer ameaça à democracia.

O ex-senador pelo Amazonas ainda disse que, caso a destruição da Amazônia não seja impedida, o país pode ser alvo de uma intervenção internacional da Organização das Nações Unidas (ONU), liderada pelos Estados Unidos.

Em evento em Goiânia, Arthur Virgílio fala em polarização e pede união no PSDB

Ao lado de Marconi, Arthur Virgílio apontou que sente “sinais claros” de recuperação do PSDB em Goias. “Isso é uma sala de vitoriosos”, salientou.

“Eu sempre dizia ao Marconi que ele tem uma história tão vitoriosa que precisava perder a eleição um dia. A derrota faz parte da vida”, brincou.

O ex-senador salientou que o PSDB não pode se dar ao luxo de ter divisões no partido. Segundo ele, a sigla precisaria quebrar a polarização no país e criar um programa que faça a população acreditar nela.

“Hoje o partido está pequeno. Quem está pequeno não tem direito a ser arrogante. Deve unir todas as forças”, afirmou.