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Quanto custa comer nos restaurantes brasileiros com duas e três estrelas Michelin? Veja

Guia 2026 revela valores e menus das casas brasileiras mais exclusivas

O público que acompanha a alta gastronomia sempre se pergunta: quanto custa comer nos restaurantes brasileiros com duas e três estrelas Michelin? A dúvida ganhou ainda mais relevância após o anúncio da edição de 2026 do guia francês, divulgado nesta segunda-feira (13), no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. Considerado um dos mais prestigiados do mundo, o Guia Michelin revelou os estabelecimentos estrelados do país e trouxe à tona não apenas o reconhecimento culinário, mas também os valores das experiências oferecidas.

Na nova seleção, o Brasil passa a contar com dois restaurantes com três estrelas Michelin, ambos em São Paulo, enquanto outras casas mantiveram suas duas estrelas Michelin, consolidando-se como referências da gastronomia nacional. A seguir, veja os detalhes e os preços para viver essas experiências exclusivas.

Três estrelas Michelin: quanto custa comer

Os restaurantes com três estrelas Michelin representam o mais alto nível da gastronomia mundial. No Brasil, dois nomes alcançaram esse patamar em 2026.

O Evvai, comandado pelo chef Luiz Filipe Souza, oferece um menu-degustação que mistura influências italianas e brasileiras. A experiência custa R$ 1.250, com pratos sofisticados como tortellini de pato, enguia com tucupi e javali com laranja. Para quem deseja harmonização, os valores partem de R$ 619.

Evvai, comandado pelo chef Luiz Filipe Souza – Foto: Divulgação

Já o Tuju, liderado pelo chef Ivan Ralston, apresenta um menu baseado em pesquisas de ingredientes e nas estações do ano. A experiência, servida em dez etapas, custa R$ 1.500, com taxa de serviço sugerida de 15%. As harmonizações variam bastante: desde R$ 550 (não alcoólica) até R$ 2.100 com vinhos clássicos.

Tuju, liderado pelo chef Ivan Ralston – Foto: Divulgação

Duas estrelas Michelin: preços e experiências

Entre os restaurantes com duas estrelas Michelin, três casas seguem se destacando no cenário nacional, com propostas gastronômicas únicas.

O tradicional D.O.M., do chef Alex Atala, oferece um menu-degustação em dez etapas por R$ 1.150, valorizando ingredientes brasileiros. Com harmonização de vinhos, o jantar pode chegar a R$ 1.930.

D.O.M., do chef Alex Atala – Foto: Divulgação

No Rio de Janeiro, o Lasai, comandado por Rafa Costa e Silva e Malena Cardiel, aposta em ingredientes frescos e produção própria. O menu custa R$ 1.380, com harmonização adicional de R$ 638 e taxa de serviço sugerida de 13%.

Lasai, comandado por Rafa Costa – Foto: Divulgação

Também na capital fluminense, o Oro, do chef Felipe Bronze, oferece uma experiência mais descontraída, com pratos para comer com as mãos. O menu sai por R$ 1.100, enquanto a harmonização de vinhos custa R$ 650.

Oro, do chef Felipe Bronze – Foto: Divulgação

O que é o Guia Michelin

O guia é uma das publicações mais prestigiadas do mundo quando o assunto é gastronomia. Criado pela empresa francesa Michelin no início do século XX, ele avalia e classifica restaurantes com base na qualidade da comida, técnica, criatividade e consistência.

Inicialmente, o guia foi lançado em 1900 como uma forma de incentivar as pessoas a viajar mais de carro — e, consequentemente, consumir pneus. Com o tempo, ganhou enorme credibilidade e se transformou em referência global na avaliação de restaurantes.