Lucas Lucco e o pai são inocentados da acusação de estelionato; entenda
Caso envolvia uma negociação de três Porsche avaliadas em mais de R$ 1,5 milhão

O cantor Lucas Lucco e o pai foram oficialmente inocentados da acusação de estelionato, após decisão do Ministério Público (MP), que também analisava crimes de associação criminosa e falsidade ideológica. O caso envolvia uma negociação de três Porsche avaliadas em mais de R$ 1,5 milhão, mas, segundo o MP, não há elementos suficientes para caracterizar estelionato. A situação é considerada uma desavença contratual, que segue em análise em outra esfera da Justiça.
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Mesmo que o crime de estelionato tivesse ficado configurado, a vítima só apresentou a denúncia meses depois de tomar conhecimento dos fatos. Por isso, o MP decidiu que a punição fosse extinta e os processos arquivados.
Com isso, apenas Eliel Levistone, acusado de falsificação de documento, seguirá respondendo a processos na Justiça Criminal. O falso advogado teria, por exemplo, inserido uma folha avulsa em um contrato de permuta, colocando digitalmente a assinatura do cantor, que originalmente constava no contrato, em outro documento de destrato contratual.
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Em nota, Lucas Lucco afirmou que o MP reconheceu que ele e o pai não praticaram crimes, mas que só vai se manifestar com mais detalhes após a homologação da denúncia pela Justiça.
O caso
A Polícia Civil de Goiás indiciou, em julho, Lucas Lucco, o pai dele, Paulo Roberto de Oliveira, e o falso advogado Eliel Levistone, por suspeita de fraude na troca de veículos de luxo. A investigação começou em março e apontava crimes de estelionato, associação criminosa e falsidade ideológica e documental.
Segundo o delegado Manoel Borges, os investigados negociaram duas Porsche Panamera em troca de uma Porsche GT4, sem informar dívidas financeiras que os veículos possuíam. A vítima quitou a GT4, prestes a ir a leilão, e recebeu os carros com irregularidades. Posteriormente, percebeu que havia sido enganada.
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A investigação também aponta que Eliel, que se apresentava como advogado e já trabalhou no Tribunal de Justiça de Goiás, teria falsificado documentos e usado contratos com datas retroativas para tentar legitimar a negociação. O cantor, em depoimento, negou omissões e afirmou ter sofrido prejuízo financeiro superior a R$ 1 milhão. “Fiquei sem a GT4 e também sem as Panameras. Me sinto vítima”, declarou Lucas Lucco.