ESMERALDINO

Único venezuelano no futebol goiano, Esli García ainda não conseguiu se firmar no Goiás

Em sua primeira temporada pelo Esmeraldino, Esli García disputou 22 partidas e marcou apenas dois gols

Anunciado como reforço do Goiás no primeiro dia de 2025, o venezuelano Esli García ainda não conseguiu engrenar. Em seu primeiro ano com a camisa esmeraldina, o atacante sofreu com lesões e perdeu espaço com todos os três treinadores (Jair Ventura, Vagner Mancini e Fábio Carille) que passaram pelo clube e disputou 22 partidas e marcou apenas dois gols pela equipe alviverde.

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Agora, sob o comando do técnico Daniel Paulista, o venezuelano vive a expectativa de voltar a jogar. Depois de ter seu nome ligado a Santa Cruz e Paysandu, o atacante, que terminou 2025 listado como “fora dos planos do Goiás”, inicia a temporada treinando normalmente com o restante do elenco. De acordo com o diretor de futebol esmeraldino, Michel Alves, ele tem trabalhado e se dedicado bastante.

“Eles (Esli Garcia e Titi) são atletas que estão no elenco, estão trabalhando, estão treinando e estão se dedicando. Hoje, eles fazem parte do elenco, sim. “Amanhã”, se aparecer alguma coisa e for importante, nós vamos dialogar e conversar. Se atender ao atleta e atender ao clube, nós podemos conversar. Mas não é verdade que eles não fazem parte do elenco. Eles estão treinando e se dedicando como todos. Não tem nenhuma indiferença em relação a isso”, disse Michel Alves em entrevista à Rádio Bandeirantes.

Contratado após se destacar com a camisa do Papão, em 2024, inclusive contra o próprio Esmeraldino, na Série B do Campeonato Brasileiro, e contra o Vila Nova, na Copa Verde, ambos daquela temporada, Esli Garcia causou grande expectativa na torcida esmeraldina em sua chegada. No entanto, nunca conseguiu corresponder. Dos 22 jogos pelo time goiano, foi titular em apenas seis.

Em março, durante o jogo de volta da semifinal do Goianão, contra o Tigre, Esli García sofreu uma fratura no pé durante uma disputa com o volante João Vieira, que foi seu companheiro no Paysandu. A lesão acabou tirando o venezuelano dos gramados por três meses. Em seu retorno aos campos, chegou a marcar um gol na Segundona, mas não foi o suficiente para que ganhasse mais espaço na equipe verde.

Foto: Heber Gomes/Mais Goiás