Evento de inauguração do Hospital da Criança é cancelado após Caiado ter quadro febril

O governador, que participaria do evento, relatou também dores no corpo e afirma que fez "todos os exames" necessários

Evento de inauguração do Hospital da Criança é cancelado após Caiado ter quadro febril

A solenidade de inauguração do Hospital Estadual da Criança e do Adolescente (Hecad), que estava marcada para a manhã desta terça-feira (18), foi cancelada após o governador Ronaldo Caiado (DEM) apresentar um quadro febril na tarde desta segunda (17). O governador, que participaria do evento, relatou também dores no corpo, mas disse que fez “todos os exames” necessários.

A solenidade de inauguração do Hecad, onde funcionava o HCamp de Goiânia, estava marcada para as 9h de amanhã, na avenida Bela Vista, Parque Acalanto. De acordo com a OS Agir, ainda não há uma nova data para o evento acontecer.

O cancelamento foi motivado após o Caiado relatar dores no corpo e um quadro febril nesta tarde. Pelo Twitter, o governador confirmou o estado de saúde e informou ter cancelado a agenda de hoje. “Apresentei quadro febril no início desta tarde e, por precaução, pedi pra cancelarem minha agenda da tarde. Já fiz todos os exames e aguardo o resultado. Estou bem, mas com algumas dores no corpo. Mantenho vocês informados”, escreveu.

Foto: Twitter

Hospital da Criança

No final da última semana, o governo de Goiás deu início à transição dos atendimentos pediátricos prestados pelo Hospital Estadual Materno-Infantil (HMI) para o Hecad, que começou a atender no domingo (16).

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde de Goiás (SES-GO), o HMI deixou de atender a especialidade de pediatria no pronto-socorro a partir de meia-noite de sábado (15). Assim, atendimentos serão realizados na emergência do Hecad, no bairro Parque Acalanto, em Goiânia, “que passa a ser referência para o público infantil no Estado”.

A SES-GO informou que a unidade funcionará 24 horas por dia, sete dias por semana, para os casos graves, de média e alta complexidades. “Os pacientes passarão por uma classificação de risco, sendo que os casos mais urgentes terão prioridade. A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e enfermarias estão preparadas para receber quem necessite de internação”.