Golpe contra agência lotérica já causou prejuízo de R$ 65 mil em Goiânia, diz polícia

Polícia cumpriu 12 mandados de busca e apreensão em busca de provas contra os suspeitos

Golpe contra agência lotérica já causou prejuízo de R$ 65 mil em Goiânia, diz polícia
Golpe contra agência lotérica já causou prejuízo de R$ 65 mil em Goiânia, diz polícia (Foto: Divulgação - PC)

A Polícia Civil está investigando um golpe contra agência lotérica de Goiânia que já causou um prejuízo de cerca de R$ 65 mil. Segundo os agentes, já foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão nas cidades de Goiânia, Aparecida de Goiânia, Trindade e Goianira e também em Palmas, no Tocantins.

De acordo com a investigação, o crime já vitimou casas lotéricas em todo o país. Segundo o delegado do caso, Daniel Oliveira, os criminosos enganam donos dessas empresas sobre uma suposta necessidade de atualização do sistema de informação.

“Eles convencem as vítimas a realizarem várias transações bancárias e pagamentos de boletos, sob o pretexto de se cuidar de simulações ou de que os valores seriam estornados”, explicou o investigador.

Golpe contra agência lotérica já causou prejuízo de R$ 65 mil em Goiânia, diz polícia

Polícia cumpriu 12 mandados de busca e apreensão em busca de provas contra os suspeitos (Foto: Divulgação – PC)

Criminosos de golpe contra agência lotérica depositam dinheiro em conta de laranjas

No entanto, os valores são creditados em contas de laranjas, que rapidamente sacam o dinheiro e o repassam aos agenciadores de contas, o que dificulta a recuperação do numerário, segundo a polícia.

Golpe contra agência lotérica já causou prejuízo de R$ 65 mil em Goiânia, diz polícia

O investigador detalha ainda que, para tornar o golpe mais convincente, os criminosos se passavam por funcionários da Caixa Econômica Federal. (Foto: Divulgação – PC)

O investigador detalha ainda que, para tornar o golpe mais convincente, os criminosos se passavam por funcionários da Caixa Econômica Federal. Quando forem localizados, os envolvidos responderão por estelionato, associação criminosa e lavagem de dinheiro. Caso condenados, poderão cumprir até 18 anos de reclusão.

*Larissa Feitosa compõe programa de estágio do Mais Goiás sob supervisão de Hugo Oliveira.