Instalação de estações do BRT na Praça Cívica deve levar cinco meses

Local, contudo, deve ser liberado para ônibus comerciais até janeiro, afirma o secretário Fausto Sarmento

Instalação de estações do BRT na Praça Cívica deve levar cinco meses
Instalação de estações do BRT na Praça Cívica deve levar cinco meses (Foto: Jucimar de Sousa - Mais Goiás)

Segundo o secretário municipal de Infraestrutura Urbana (Seinfra), Fausto Sarmento, a instalação de quatro estações para o BRT, na Praça Cívica, em Goiânia, deve levar cerca de cinco meses. Ele afirma, contudo, que os ônibus comerciais já devem começar a circular no local em janeiro, uma vez que a pavimentação no anel interno – que está interditado – pode terminar ainda no fim deste ano.

A obra, que iniciou no meio do ano, deveria ser entregue em 6 de outubro. Contudo, as chuvas e a demora na liberação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para construção das plataformas (as estações), atrasou as previsões iniciais. Destaca-se, o Iphan deu a autorização neste mês.

“Na Praça Cívica são duas obras. A das estações e a do pavimento, que estamos já fazendo o rígido, onde irão rodar os ônibus”, diz Sarmento. Segundo ele, a parte do concreto não é tão influenciada pela chuva. Com o terceiro dia de tempo seco, é possível trabalhar. Contudo, ainda existem alguns trechos onde não se chegou na camada de concreto. “Aí é mais afetado”, admite, mas otimista da conclusão até janeiro.

BRT como um todo

O trecho 1 do BRT, do terminal Isidória ao Cruzeiro (cerca de 5km), segue sem previsão, uma vez que a empresa responsável solicitou rescisão da licitação. Contudo, a expectativa de Sarmento no pior cenário é concluir o trecho 2 – do terminal Isidória ao Recanto do Bosque (aproximadamente 16,6km) até julho do ano que vem. Com isso, já é possível o funcionamento.

“Sobre o trecho 2, falta o viaduto da perimetral, que devemos terminar até janeiro. Também aguardamos a liberação do Iphan em três estações duplas (seis) na avenida Goiás. Liberando isso, chegamos no Isidória”, explicita.

Em relação ao terminal Isidória, ele afirma estar 95% pronto. “Depende do pessoal da operação, que coloca a catraca, máquina de vender ticket, display, etc.”, arremata.