TJ mantém pena de 15 anos atribuída a homem que matou garota de programa, em Anápolis

Segundo o MPGO, a defesa de Werison Akelack Pessoa Costa requisitou um novo júri ao alegar que a condenação do júri de 16 anos foi baseada contrariamente às provas

Sede promotoria em Anápolis. (Foto: MPGO)
Sede promotoria em Anápolis. (Foto: MPGO)

O Ministério Público de Goiás (MPGO) interveio para que um homem continue preso após matar uma garota de programa em Anápolis no ano de 2019. Segundo o MP, a defesa de Werison Akelack Pessoa Costa requisitou um novo júri ao alegar que a condenação do júri de 16 anos foi baseada contrariamente às provas.

Por meio da promotora Yashmin Crispim Baiocchi de Paula e Toledo, da 2ª Promotoria de Justiça de Anápolis, o MPGO conseguiu que o Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) por unanimidade mantivesse a condenação do réu. A promotora argumentou que a materialidade do crime foi consumada por asfixia e estrangulamento.

O TJGO considerou apenas o argumento da defesa de diminuir em um ano a pena, devido Werison se apresentar e confessar o crime voluntariamente.

*Relembre o caso*

Ludymilla Rosalina Ribeiro, de 23 anos, foi encontrada morta por uma amiga em um dos quartos da casa que elas dividiam, no Bairro JK. A vítima estava nua, com uma faca cravada no peito e uma toalha enrolada no pescoço.

Após meses de investigação, Werison foi identificado como autor do crime e confessou ter matado Ludymilla por conta de desentendimento em relação ao valor cobrado pelo programa feito com ela na noite do assassinato.