Diário revela que Adolf Hitler era apaixonado por atriz antinazista; veja fotos
Documento atribuído ao ditador revela obsessão por Marlene Dietrich

Um diário atribuído a Adolf Hitler trouxe à tona revelações curiosas ao indicar que o líder nazista teria sido apaixonado por uma atriz antinazista, segundo registros manuscritos que vieram a público recentemente. O conteúdo sugere uma admiração intensa do ditador por Marlene Dietrich, estrela de Hollywood que se tornou inimiga declarada do regime ao renunciar à cidadania alemã por convicções políticas.
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De acordo com os trechos divulgados, Hitler demonstrava fascínio pela atriz e acompanhava atentamente seus trabalhos no cinema. “Preciso tentar trazê-la de volta para a Alemanha. Recebi todos os novos filmes de Dietrich. Acho que me apaixonei por ela”, diz um dos registros atribuídos ao diário.
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Em outro trecho ainda mais polêmico, o suposto autor compara Dietrich à então companheira Eva Braun, minimizando o papel dela em sua vida. “Eva não tem a menor chance contra Dietrich. Mas não vou deixar transparecer”, afirma o texto, que também menciona planos envolvendo dinheiro e até o uso do serviço de inteligência para tentar convencer a atriz a retornar à Alemanha — o que reforça o tom perturbador dos escritos.
O diário, com cerca de 113 páginas manuscritas, teria sido encontrado em um sótão e posteriormente oferecido a Olaf Haubold, de 74 anos. Sem conseguir arcar com o valor pedido, ele intermediou a negociação com um colecionador, que acabou adquirindo o material por aproximadamente R$ 188 mil. Apesar de ainda não haver comprovação definitiva de que o documento tenha sido escrito por Hitler, especialistas indicam que o papel e a escrita datam da época do regime nazista.
Marlene Dietrich
Marlene Dietrich iniciou sua carreira artística em Berlim, nos anos 1920, atuando em palcos e filmes mudos. A consagração veio com o papel de Lola-Lola em O Anjo Azul (1930), dirigido por Josef von Sternberg, que a levou ao estrelato internacional e a um contrato com a Paramount Pictures. Em Hollywood, brilhou em produções como Marrocos (1930), O Expresso de Xangai (1932) e Desejo (1936).
Além da carreira no cinema, Dietrich se destacou por sua postura firme contra o nazismo durante a Segunda Guerra Mundial, ajudando exilados e colaborando com ações humanitárias, o que a transformou em símbolo de resistência e reforça o contraste entre sua trajetória e a obsessão revelada no suposto diário.
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