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Paulo Coelho e Milton Nascimento são vacinados contra Covid e criticam Bolsonaro

"Cientistas e profissionais de saúde obrigados a trabalhar até à exaustão por causa de um presidente ignorante", escreveu o escritor

Paulo Coelho e Milton Nascimento são vacinados contra Covid e criticam Bolsonaro
(Foto: Reprodução Instagram)

O escritor Paulo Coelho, 73, e o cantor Milton Nascimento, 78, foram vacinados contra a Covid-19 nesta quarta (24). Ambos divulgaram nas redes sociais o momento em que receberam a imunização, e criticaram o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

“Viva a ciência, viva o SUS e fora Bolsonaro”, escreveu o artista no Instagram. Já Paulo Coelho se manifestou no Twitter.

“Que Deus abençoe o pessoal da linha de frente. Os cientistas e profissionais de saúde obrigados a trabalhar até à exaustão por causa de um presidente ignorante. Viva a ciência!”, afirmou o escritor.

A cantora Alcione, 73, também exaltou o SUS ao receber a primeira dose do imunizante contra o novo coronavírus nesta quarta (25).

“Vacina sim: que essas gostas de esperança e vida cheguem logo para todos. Viva a ciência! Viva o SUS! Viva a Fiocruz! Viva o Butantan!”, escreveu Alcione.

A artista recebeu a primeira dose da vacina no drive thru do Parque Olímpico, na Barra da Tijca, zona oeste do Rio. No Instagram, a cantora publicou vídeo sendo vacinada ao som da música “Obrigada.”

Paulo Coelho estava escrevendo livro infantil com Kobe Bryant

O escritor Paulo Coelho revelou no Twitter que estava trabalhando em um livro infantil junto com o ex-jogador Kobe Bryantmorto em acidente aéreo no dia 26 de janeiro do ano passado. O brasileiro publicou um print de uma conversa com o astro do basquete.

“Vamos escrever um livro juntos”, sugeriu Kobe. Ele foi respondido pelo escritor que “poderiam começar a qualquer momento”.

Paulo Coelho afirmou que já estava trabalhando na obra, mas que irá apagar o rascunho.

“Você foi mais do que um grande jogador, querido Kobe Bryant. Eu aprendi muito interagindo com você. Vou deletar o rascunho agora mesmo, este livro perdeu a razão de existir”, escreveu o autor de O Alquimista.