Polícia prende segunda suspeita de triplo homicídio em Leopoldo de Bulhões

A corporação disse que, por enquanto, não vai informar qual foi a participação da pessoa detida no crime

A Polícia Civil prendeu a segunda pessoa suspeita de estar envolvida no triplo homicídio de uma família em Leopoldo de Bulhões. Foto: Reprodução - Redes Sociais
A Polícia Civil prendeu a segunda pessoa suspeita de estar envolvida no triplo homicídio de uma família em Leopoldo de Bulhões. Foto: Reprodução - Redes Sociais

A Polícia Civil prendeu a segunda pessoa suspeita de estar envolvida no triplo homicídio de uma família em Leopoldo de Bulhões. O mandado de prisão temporária foi cumprido na cidade de Anápolis, na manhã desta segunda-feira (14). A corporação, no entanto, não informou detalhes acerca da qualificação da pessoa detida no crime.

O triplo homicídio ocorreu na madrugada do último dia 2 de fevereiro, na zona rural de Leopoldo de Bulhões, a 60 km de Goiânia. Denismar Ricardo, a namorada dele, Suzana Vilefort, e Jéssica Vilefort, filha de Suzana, foram atingidos por disparos de arma de fogo e morreram.

No dia do crime, dois atiradores chegaram de carro na propriedade rural em que a família morava e afirmaram que tinham um mandado de prisão contra Denismar. Logo em seguida, efetuaram disparos contra as vítimas. A única sobrevivente foi a namorada de Jéssica, que implorou pela vida e teve que se fingir de morta.

De acordo com o delegado Vander Coelho, o mandado de prisão temporária cumprido em Anápolis na manhã desta segunda-feira (14) tem ligação com o crime. Apesar da confirmação, o investigador disse que, por enquanto, não vai informar qual foi a participação da pessoa detida no crime. A motivação, bem como outros detalhes, devem ser apresentados à imprensa após a conclusão do inquérito.

Suspeito de triplo homicídio contra família em Leopoldo de Bulhões se entregou à Polícia

Um dia após o crime, um suspeito de matar a família em Leopoldo de Bulhões se entregou à Polícia.

A corporação identificou o suspeito após investigação e representou pela prisão temporária dele. A Justiça, então, deferiu o pedido de prisão cautelar e o suspeito se entregou.

O homem era vigilante penitenciário e já trabalhou em unidades prisionais de Anápolis, Nerópolis e Jaraguá. De acordo com a Diretoria Geral de Administração Penitenciária (DGAP), ele não trabalha no sistema prisional desde 2019.

Segundo informações da Polícia Militar, agentes do Grupo Tático localizaram a casa onde ele estava escondido e encontraram munição e armas de fogo de vários calibres.