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Manuela D’Ávila processa Record por notícia falsa sobre incesto

Programa da emissora insinuou que ex-deputada apoiava projeto para legalizar casamento entre pai e filho

Manuela D’Ávila entrou com uma ação contra a Record e a Igreja Universal após o programa Entrelinhas publicar uma reportagem falsa sobre a ex-deputada apoiar um projeto para legalizar casamento entre pai e filho. D’Ávila pede indenização de R$ 12.000 por danos morais, além uma retratação pública. A reportagem falsa sobre a ex-deputada foi veiculada em maio deste ano. Nela, o programa afirmou, com uma imagem de D’Ávila, que o Partido dos Trabalhadores (PT) apoiava um projeto de lei chamado “legalização do incesto”.

Procurada, Manuela D’Ávila não quis se pronunciar sobre o caso, e sua equipe de comunicação afirmou que o advogado do caso, Lucas Lazari, aguarda a defesa da emissora. A Record também não quis comentar o processo.

Manuela D’Ávila diz que filha de 5 anos recebeu ameaças de estupro

Em junho de 2021 a ex-deputada federal Manuela D’Ávila (PCdoB-RS) usou as redes sociais para desabafar sobre a violência na política e denunciar ameaças de estupro que sua filha, Laura, de 5 anos, recebeu. Ela contou que também foi ameaçada de morte, após o pai de um aluno da escola da menina, tirar uma foto e vazar em grupos de WhatsApp.

“Ontem à noite, em um debate, me perguntaram se eu não sinto vontade de desistir. Sim, eu sinto. Todos os dias. Ao contrário do que muitos pensam, a violência política está cada vez mais intensa. O último mês foi muito agressivo e me impactou muitíssimo”, comentou.

“Um pai da escola de Laura (cuja identidade conhecemos o que torna tudo ainda mais cruel) tirou uma fotografia de Laura e a entregou para os grupos que distribuem ódio nas redes. A partir disso, todo o submundo da internet passou a usar a imagem dela para nos agredir”, contou a ex-deputada federal. Leia na íntegra AQUI!

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