Coluna da Tainá Borela

Na briga pelo Senado, Delegado Waldir afirma que seu nome “não é um fardo” para ser carregado

"Meu foco hoje é 100% Senado. Nós estamos fazendo o dever de casa, tenho uma rede social muito forte, e já recebi apoio de vários companheiros"

Na briga pelo Senado, Delegado Waldir afirma que seu nome “não é um fardo” para ser carregado
Na briga pelo Senado, Delegado Waldir afirma que seu nome “não é um fardo” para ser carregado (Foto: Lucio Bernardo Jr. - Câmara Federal)

De olho na vaga do Senado na chapa do governador Ronaldo Caiado (DEM), o deputado federal Delegado Waldir tem andado junto com o democrata nas agendas pelo interior interior Goiás. Após as desavenças no início do mandato do governador, o deputado federal – eleito com o maior número de votos no Estado – reatou o relacionamento e é um dos postulantes à concorrida vaga que tem nomes como Henrique Meirelles (PSD) e Alexandre Baldy (PP) na disputa. Em entrevista ao podcast Poder em Jogo, do Mais Goiás, o deputado afirmou que, apesar de sua pretensão ser a candidatura ao Senado, não vai colocar “a faca no pescoço do governador” e que, se não estiver bem nas pesquisas, não vai atrapalhar a montagem de chapa de qualquer grupo politico. Questionado se não for o favorito para compor a chapa governista, poderia ser o candidato da oposição, Waldir afirmou que confia no governador e no presidente do MDB e pré-candidato a vice na chapa caiadista, Daniel Vilela. “Meu foco hoje é 100% Senado. Nós estamos fazendo o dever de casa, tenho uma rede social muito forte, e já recebi apoio de vários companheiros, deputados federais e estaduais e de prefeitos. Tenho uma repercussão positiva. Delegado Waldir não é um fardo, não é um dinossauro para ser carregado na política. Sou muito forte na Região Metropolitana, então acho que isto é muito importante para aquele que quer ser o próximo governador de Goiás”, defendeu seu passe.

Imperdível

O podcast Poder em Jogo do Mais Goiás com a entrevista completa do deputado federal vai ao ar na manhã de segunda-feira, no Spotify.

Kombi cheia

Waldir afirmou que não existe só ele, Meirelles e Baldy concorrendo à vaga, mas uma “kombi cheia”. Citou também o nome do deputado federal Zacharias Calil (DEM), do deputado federal João Campos (Republicanos), do ex-senador Wilder Morais (PSC) e do atual senador Luiz do Carmo (MDB), que é quem termina o mandato no ano que vem.

Aposta em mim

Por falar em Luiz do Carmo, o senador está espalhando pelas ruas de Goiânia um panfleto com uma foto sua e do presidente Jair Bolsonaro. No panfleto, Carmo ressalta que, com o apoio do presidente, ele destinou o valor de R$ 300 milhões de emendas para Goiás.

Salva-vidas

Carmo se agarra ao desgastado bolsonarismo para tentar ser candidato novamente ao Senado. Se não na chapa governista, em alguma da oposição, como a do prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha. Ou até mesmo no palanque bolsonarista que deve ser criado em Goiás…

Tutano

Além da propaganda pelas ruas, o senador vai deixar o MDB em breve para se manter na disputa. A classe política avalia que não é o partido o problema de Luiz do Carmo, mas sua densidade eleitoral.

Escola Iris Rezende

Gustavo Mendanha vai voltar com o programa “Prefeitura em Ação”, um mutirão da administração aparecidense que, segundo seus assessores, foi inspirado nos mutirões de Iris Rezende em Goiânia.

Disputa

De acordo com a prefeitura, o programa  foi criado em 2017 e suspenso em 2020 devido à pandemia de Covid-19. A próxima edição vai ocorrer a partir do dia 29 e terminará no dia 4 de dezembro. Gustavo voltou com o programa após o governador Ronaldo Caiado criar o “Mutirão Iris Rezende” em seu governo. A primeira edição do mutirão do democrata ocorreu na última semana e a próxima será em Aparecida.