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Comerciante reage a assalto e mata dois homens, em Corumbaíba; vídeo

Assaltantes já tinham passagens pela polícia

Assaltantes já tinham passagens pela polícia. Comerciante reage a assalto e mata dois homens, em Corumbaíba
(Foto: Reprodução Redes Sociais)

Na última sexta-feira (8) um comerciante reagiu a um assalto e matou os dois suspeitos pelo crime. O caso aconteceu em Corumbaíba, município a 222 quilômetros de Goiânia. Segundo a Polícia Civil (PC), Lucas Moreira Campos, 31 anos, e Iago Caetano da Silva, de 29 anos, estavam portando facas e tentaram assaltar uma distribuidora de bebidas no Setor Vila Nova. A dupla foi surpreendida pelo dono do estabelecimento, que estava armado.

Ao ser ameaçado, o comerciante sacou a pistola e atirou contra os indivíduos, que não resistiram aos ferimentos.

Depois de alvejar os homens, o dono da distribuidora se apresentou à PC. Acompanhado dos advogados, ele alega que agiu em legítima defesa. O homem ainda apresentou a documentação da arma e a autorização para portá-la.

Segundo o delegado Rogério Moreira, responsável pelo caso, os criminosos possuíam extensa ficha criminal.

“Os dois autores eram conhecidos na cidade por ostentam antecedentes criminais. Ao tentarem assaltar a distribuidora, eles foram repelidos pelo proprietário, que efetuou dois disparos, sendo um projétil em cada autor. A vítima, dona do estabelecimento, explicou que agiu em legítima defesa, oportunidade em que exibiu a arma de fogo utilizada, bem como o registro de propriedade do armamento”, explicou Moreira.

Inquérito

O delegado diz que foi instaurou inquérito para apurar o caso. Exames periciais do Instituto Médico Legal (IML) também já foram solicitados.

As facas utilizadas pelos autores e a arma de fogo utilizada pelo comerciante foram apreendidas para análise. O inquérito será remetido ao poder judiciário.

“Diante dos indícios coletados no local e das imagens captadas, evidenciou-se situação típica de legítima defesa, afastando as situações de prisão em flagrante. O proprietário do comércio foi interrogado e liberado em seguida para responder ao inquérito policial em liberdade”, concluiu Rogério Moreira.