Bruno Peixoto declara apoio a Flávio Bolsonaro
Publicação recebeu apoios e críticas nas redes sociais
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Campeão de votos para a Câmara dos Deputados, o presidente da Assembleia Legislativa de Goiás, Bruno Peixoto (União Brasil), declarou apoio a Flávio Bolsonaro (PL). A publicação ocorreu no Instagram do político, na segunda-feira (12).
“Peço seu voto. Flávio Bolsonaro, 22. Goiás é um estado pujante, é um estado que acolhe a todos que aqui vêm. Goiás se desenvolve acima da média nacional. Goiás é agro. Tamo junto [sic]”, disse em vídeo. Na legenda, o deputado escreveu: “O Brasil vai vencer.”
Entre os comentários, elogios, mas também críticas. “Meu federal e meu presidente”, escreveu uma internauta. “Eleger um presidente que ameaça o estado democrático de direito não dá, né, deputado?”, disse outra. “Estou fora”, emendou mais um.
Bruno Peixoto foi eleito deputado federal com 207.899 votos. Neste ano, ele foi o parlamentar mais bem votado por Goiás à Câmara dos Deputados.
Para ele, este é o resultado de mais de 26 anos de serviço prestado na vida pública em Goiás, além de uma gestão transparente na Assembleia Legislativa de Goiás, que rendeu ao parlamento selo diamante de transparência. “Destinamos recursos não só para Goiânia, mas para os 246 municípios do Estado.”
Presidente da Alego por dois mandatos, sendo eleito e reeleito por unanimidade entre os pares (feito inédito), Bruno Peixoto foi líder do governo Ronaldo Caiado (hoje no PSD) por quatro anos (2019 a 2022). Membro de uma família que é dona de postos de combustível em Goiânia e no interior, ele também foi duas vezes vereador na capital. Inclusive, atuou junto ao governador Daniel Vilela (MDB) em uma delas.
Resultado do primeiro turno
Flávio avançou para o segundo com 47,03%, enquanto o presidente Lula (PT) chegou a 45,16%. Em números, a diferença é de 2,2 milhões de eleitores. O escritor Augusto Cury ficou na terceira posição, com 2,89% dos votos válidos, Renan Santos (Missão), com 2,24%, e o quinto foi o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD), com 2,18%. Os demais não chegaram a 1%.
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