Quarta-feira, 14 de Outubro de 2026
QUEDA DE BRAÇO

Com ascensão de Gayer, processo de expulsão de Márcio Corrêa do PL deve ser arquivado

Pedido contra prefeito ocorreu após ele declarar apoio à reeleição do governador Daniel Vilela

Por - Goiânia, GO
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Wilder Morais deve travar processo de expulsão de Márcio Corrêa até fim das eleições

Não deve prosperar o processo que pode levar o prefeito de Anápolis, Márcio Corrêa (PL), à expulsão do partido. Conforme apurado com um correligionário nesta quarta-feira (14), o senador eleito Gustavo Gayer (PL) deve assumir a presidência da sigla e enterrar o procedimento.

O pedido de expulsão teve início após Corrêa declarar apoio à reeleição do governador Daniel Vilela (MDB). Após a situação, o PL abriu um procedimento ético-disciplinar, uma vez que o partido tinha o senador Wilder Morais (PL) como nome ao Palácio das Esmeraldas.

Daniel saiu vitorioso em primeiro turno e declarou apoio à eleição de Flávio Bolsonaro (PL) ao Planalto, sinalizando uma aproximação com o PL. De fato, uma ala da legenda defendia, desde o começo do ano, uma aproximação com a base governista.

O entendimento é que os números do partido seriam ainda melhores no Estado, caso a aliança tivesse ocorrido. O emedebista se reelegeu com quase 60% dos votos válidos, enquanto Wilder registrou 21,9%.

Na avaliação dessa fonte, Wilder sai enfraquecido, enquanto Márcio e Gayer fortalecidos. Corrêa, vale citar, recebeu declarações de apoios de correligionários, que criticaram o desentendimento durante a campanha.

O prefeito de Anápolis não fez campanha para Wilder, mas apoiava Gayer, Major Vitor Hugo (PL) — eleito deputado federal — e o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL). Ele também defendia a candidatura de Amilton Filho (MDB) à Assembleia Legislativa. O parlamentar faleceu e foi substituído pela esposa, Carol do Amiltinho (MDB), que se tornou a mais votada para a Alego neste ano.

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