sucessão administrativa

Filho de síndico não participou do homicídio de Daiane; veja qual foi o envolvimento dele no crime

Compra de um novo celular por Maicon serviu apenas para transferir senhas e aplicativos necessários para manter a gestão do prédio

Imagem do Maicon preso durante as investigações
Investigação detalha que o filho do assassino atuou para herdar a administração das unidades que eram geridas pelo pai e pela vítima (Foto: Jucimar de Sousa e Mais Goiás)

O filho do síndico Cleber Rosa não não participou do crime que levou ao homicídio da corretora Daiane, em Caldas Novas, aponta a investigação da Polícia Civil. O síndico fez tudo sozinho. O envolvimento de Maicon Douglas se limitou a atuar para garantir que receberia a administração do condomínio e à compra de um celular novo para transferir aplicativos bancários necessários à gestão do prédio.

De acordo com o inquérito, as diligências e provas técnicas indicam que Maicon não teve presença física ou auxílio direto no momento do ataque no subsolo, nem no transporte do corpo no local da desova na rodovia GO-213. A participação do jovem na dinâmica dos fatos foi posterior e estritamente ligado à manutenção do controle financeiro e administrativo do prédio.

A compra de um novo aparelho celular, detalhada pela polícia, foi uma manobra para garantir que os acessos bancários e as senhas de gestão do condomínio fossem transferidos e mantidos sob o comando da família, uma vez que o pai já estava sob suspeita e com a liberdade ameaçada.

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Conclusão sobre a autoria

A força-tarefa reforçou que a execução da emboscada e os disparos contra vítima foram atos isolados do síndico. Cléber assumiu a responsabilidade total pela emboscada e pela logística de ocultação do cadáver. Embora Maicon tenha sido investigado inicialmente, os indícios de que ele teria auxiliado no crime de sangue foram descartados com o fechamento do relatório final.

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