Sexta-feira, 11 de Setembro de 2026
INVESTIGAÇÃO

Coronel aposentado da PM confessa ter assassinado engenheiro em Aparecida

Crime registrado na manhã de sábado (16), na Vila Brasília, teria ocorrido após discussão entre Erceli Miguel e o policial Clovis Silva

Por - Goiânia, GO
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Um coronel reformado da Polícia Militar de Goiás assumiu ser o autor do disparo que matou o engenheiro Erceli Miguel Pinto (foto), em Aparecida.

Um coronel reformado da Polícia Militar de Goiás assumiu ser o autor do disparo que matou o engenheiro Erceli Miguel Pinto (foto), 50, na manhã do último sábado (16), em Aparecida de Goiânia. O militar reconheceu o fato na corregedoria da corporação. Crime aconteceu após uma discussão nas imediações da casa vítima. Homem foi assassinado com tiro no pescoço.

O crime aconteceu por volta das 11h da manhã, na Rua Pindorama, Vila Brasília. Testemunhas revelaram a policiais que atenderam a ocorrência que o engenheiro teve uma discussão com um homem em um comércio, oportunidade em que teria chamado o então desconhecido para que resolvessem a questão na porta de sua casa.

Erceli foi atingido por disparo à queima roupa e morreu antes mesmo da chegada do socorro médico. O atirador fugiu em um carro sem que testemunhas conseguissem visualizar as características e identificação do veículo.

A situação foi parcialmente esclarecida no início da noite de sábado, quando o coronel reformado Clovis de Sousa Silva se apresentou á Corregedoria da PM e confessou ter sido o autor do tiro que matou o engenheiro. Ao final do depoimento, o militar afirmou que comparecerá à Polícia Civil para prestar depoimento.

Motivação do homicídio ainda não foi divulgada

Apesar do coronel ter assumido a autoria do disparo que tirou a vida de Erceli, a Corregedoria da PM não informou o que ele disse durante o depoimento. O caso está sendo apurado pelo Grupo de Investigações de Homicídios (GIH) de Aparecida de Goiânia, que também ainda não se pronunciou.

No sábado, a assessoria de imprensa da Polícia Civil afirmou à imprensa que o delegado que investiga o caso só concederá entrevistas após a prisão do autor do assassino.

No local em que aconteceu o crime, os agentes do GIH receberam a informação de que o engenheiro estaria sendo ameaçado de morte por um agiota para quem deveria R$ 10 mil. Ainda não se sabe, porém, se este fato é verdadeiro ou se teria relação com o assassinato praticado pelo coronel aposentado.

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