Zé Gotinha faz em ‘tour’ em Goiânia em cima de trio; veja imagens
Passeio de Zé Gotinha em Goiânia começou e terminou no prédio da Superintendência de Vigilância em Saúde, na avenida 136
Personagem-símbolo do Sistema Único de Saúde (SUS), Zé Gotinha fez um ‘tour’ em Goiânia nesta quarta-feira (20) em cima de um trio. A mobilização foi organizada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) com objetivo de chamar atenção para importância de se vacinar crianças contra a Influenza.
O passeio começou na Superintendência de Vigilância em Saúde, na avenida 136, dobrou à direita na avenida 85, percorreu a avenida Goiás, visitou a região da rua 44, margeou o Lago das Rosas, seguiu reto pela avenida Portugal, chamou atenção do público no parque Vaca Brava, retornou pela avenida T-10 e voltou ao ponto de onde havia partido.
De acordo com a Saúde, a cobertura vacinal em Goiás está em apenas 32,1% entre as crianças.
Dos casos de Síndrome respiratória Aguda Grave em Goiás neste ano, cerca de 60% dos 3.870 casos são de crianças menores de 6 anos.

Um levantamento realizado em 2025 pelo Centro de Inteligência Epidemiológica da SES mostrou que dos 9.560 casos de SRAG pesquisados do período, que são casos de doenças respiratórias que agravam e necessitam de algum tipo de internação, 1.868 foram por Influenza, e destes, mais de 77% foram de pessoas não vacinadas. Já em relação aos óbitos, dos 700 óbitos do período, 84% foram de não vacinados.
Os dados, segundo a Saúde, reforçam a importância da vacinação para evitar casos graves e óbitos de doenças respiratórias em todos os públicos, especialmente em crianças. A pesquisa verificou ainda que a vacinação contra influenza teve impacto positivo na redução da gravidade de casos de SRAG, principalmente entre crianças de 1 a 4 anos e pacientes com comorbidades renais.

Identificou-se que os vacinados apresentaram menor necessidade de intubação e internação em UTI em alguns grupos populacionais. Entre as crianças pequenas, a vacinação reduziu em cerca de 66% o risco de desfechos graves. Já entre os pacientes com doença renal crônica, o risco foi 62% menor.