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Síndico teria indicado localização do corpo de Daiane Alves em Caldas Novas

Preso, síndico acompanha equipes até ponto exato da ocultação do cadáver

Imagem do preso no local
Preso, suspeito conduz agentes até local onde corpo da corretora foi encontrado (Divulgação PCGO)

Um vídeo mostra quando o síndico Cléber Rosa de Oliveira, detido pela morte da corretora Daiane Alves, 43, acompanha policiais civis na localização do corpo da vítima, em área de mata às margens da GO-213, entre Caldas Novas e Ipameri. O cadáver estava oculto a cerca de 18 quilômetros do condomínio onde a vítima e os suspeitos residiam. Informações preliminares são de que o suspeito teria indicado onde o corpo teria sido deixado. As imagens mostram ainda o sobrevoo de um helicóptero da corporação, utilizado para auxiliar as equipes em solo na identificação e abertura da área de mata.

As prisões ocorreram durante a madrugada, no cumprimento de mandados judiciais. Além do síndico e do filho dele, um funcionário do condomínio chegou a ser conduzido à delegacia para prestar esclarecimentos, mas foi ouvido e liberado em seguida, após a polícia avaliar que não havia elementos suficientes para mantê-lo detido.

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Desaparecimento e investigação

Daiane estava desaparecida desde 17 de dezembro de 2025, quando foi vista pela última vez ao entrar no subsolo do prédio onde morava. O caso passou a ser apurado por uma força-tarefa formada pelo Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Caldas Novas, o Grupo de Investigação de Desaparecidos (GID) e a Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH).

Durante a investigação, imagens do sistema de segurança do prédio tiveram papel central. Os registros mostram Daiane entrando no elevador e seguindo até o subsolo, local onde foi vista pela última vez. A partir desse ponto, não há imagens que indiquem que ela tenha deixado o condomínio.

Imagem da operação
Um helicóptero da corporação, utilizado para auxiliar as equipes em solo na identificação e abertura da área de mata (Divulgação PCGO)

Um dia antes das prisões, a defesa de Cléber havia divulgado nota pública afirmando que ele não figurava formalmente como investigado no inquérito naquele momento. Os advogados sustentavam que o síndico vinha colaborando com as autoridades, fornecendo informações e acessos solicitados, e alegavam que eventuais conflitos com a corretora sempre teriam sido tratados por meios legais.

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