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Veja a lista de bairros onde o condomínio é mais caro em Goiânia

Entre os cinco bairros com condomínio mais caro em Goiânia, somente em um houve redução do valor médio na comparação com 2025

Veja a lista de bairros onde o condomínio é mais caro em Goiânia (Foto: Erich Sacco, cedida ao Mais Goiás)
Veja a lista de bairros onde o condomínio é mais caro em Goiânia (Foto: Erich Sacco, cedida ao Mais Goiás)

Um levantamento feito pela Loft, empresa especializada em soluções imobiliárias, identificou os cinco bairros de Goiânia com a maior taxa de condomínio cobrada dos moradores. O topo do ranking é ocupado pelo setor Oeste, onde os apartamentos têm em média 159 metros quadrados e custam, também em média, R$ 1,3 milhão (o chamado ‘tíquete médio’). Neles, o valor médio do condomínio é de R$ 900. A boa notícia para os moradores do Oeste é que houve uma redução de 10% na comparação entre janeiro de 2026 e o mesmo mês de 2025.  

Na segunda posição, mas praticamente empatado, está o setor Marista. Lá os imóveis têm tíquete médio de R$ 1,92 milhão para uma área média de 161 metros quadrados, e condomínio de R$ 890 na média. Diferente do Oeste, no Marista houve aumento nos últimos 12 meses – de 11%.

Área residencial de Goiânia (Foto: Ângela Macarlo, cedida ao Mais Goiás)

Em terceiro lugar está o Jardim Goiás, onde os apartamentos têm tíquete médio de R$ 1,25 milhão, metragem média de 128 m² e condomínio de R$ 800 na média – aumento de 14% na comparação com janeiro de 2025, ou seja: reajuste acima da inflação.

Na quarta colocação está o setor Bueno, bairro em que apartamentos têm a mesma metragem média do Jardim Goiás (128 m²) e o mesmo tíquete médio (R$ 1,25 milhão), mas um condomínio um pouco menor: R$ 720. No Bueno, o aumento da taxa média condominial foi de 11% em um ano.

Em quinto lugar está o setor Bela Vista, vizinho do Bueno, com tíquete médio de R$ 820 mil, área média de 114 metros quadrados e condomínio médio de R$ 690. A má notícia para os moradores do Bela Vista é que, dos cinco bairros que ocupam o topo do ranking, esse é o que teve o maior aumento médio de condomínio na comparação com janeiro de 2025: 15%.

O levantamento considera anúncios residenciais publicados nas principais plataformas imobiliárias digitais, tratados pela Loft para remoção de duplicidades e inconsistências. Foram analisados 4,3 mil anúncios, com recorte do valor médio de condomínio em janeiro de 2026 e comparação com janeiro de 2025.

Foram considerados apenas bairros com ao menos 100 anúncios ativos em 2026.

Peso do condomínio no bolso

“O condomínio é um custo fixo que pesa cada vez mais no orçamento das famílias e reflete tanto o padrão construtivo quanto os serviços oferecidos pelos empreendimentos. Em Goiânia, esse impacto aparece com mais força em bairros centrais, com imóveis maiores e condomínios mais estruturados”, afirma Fábio Takahashi, gerente de dados da Loft.

“No Setor Marista e no Jardim Goiás, por exemplo, o condomínio mais elevado acompanha imóveis com tíquetes médios acima de R$ 1,2 milhão e áreas médias superiores a 120 m², o que naturalmente encarece a taxa mensal”, explica Takahashi.