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Bloco de pré-Carnaval do Tribunal de Justiça de Goiás tem como tema combate à violência de gênero

Apesar da seriedade e conscientização, também haverá folia e festa

Bloco de pré-Carnaval do Tribunal de Justiça de Goiás tem como tema combate à violência de gênero
Bloco de pré-Carnaval do Tribunal de Justiça de Goiás tem como tema combate à violência de gênero (Foto: Agno Santos - TJGO)

O Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) promove, nesta sexta-feira (6), a 4ª edição do Bloco Nem Vem. O tema do pré-Carnaval, que começa às 18h, no estacionamento do Bloco C, na sede do Judiciário, é o combate à violência de gênero, sobretudo no período carnavalesco. Apesar da seriedade e conscientização, também haverá folia e festa.

A abertura do evento será ao som da DJ Ani Cristine e, às 19h, o público vai se reunir na Praça do Sol, no Setor Oeste, para, a partir das 20h, o bloco ganhar as ruas do bairro com trio elétrico. No palco móvel, as cantoras Maristela Müller e Mara Cristina comandam a festa com cortejo até a sede do TJGO, com chegada prevista às 21h30. A folia, contudo, segue com apresentação da música “Nem Vem” e show da banda Maluê, com encerramento previsto para 23h45.

No local, os foliões vão encontrar praça de alimentação, pontos instagramáveis e espaço Saber e Cuidado, voltado à informação e orientação.

Trajeto

  • O cortejo sairá da Praça do Sol em direção à Rua 9;
  • Em seguida, ele seguirá pela Avenida D até a Rua 15;
  • Depois, ele entrará na Rua João de Abreu, passará pela R-11 e descerá até a Avenida T-7;
  • De lá, o trio passa pela Avenida Assis Chateaubriand até a sede do TJGO.

Feminicídios

O Bloco Nem Vem foi criado em 2022 e faz parte das ações institucionais de conscientização sobre assédio e agressões contra mulheres em ambientes de lazer. Dados do estudo Feminicídio em Goiás (2025), divulgado pelo Batalhão Maria da Penha, registraram 60 casos de feminicídio no Estado no ano passado.

88,3% não possuíam Medidas Protetivas de Urgência no momento do crime. No mesmo período, o TJGO concedeu 24.882 medidas protetivas e recebeu 55.689 novos processos relacionados à violência doméstica.

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