Zé Neto e Cristiano se apresentam em Anápolis em projeto inédito com palco 360º
Público já pode realizar o pré-cadastro
A dupla sertaneja Zé Neto e Cristiano participa do evento inédito Nobel 360, em Anápolis, em 4 de abril, um sábado. O show apresenta uma experiência imersiva com palco 360º para os fãs assistirem em todos os ângulos.
Conforme a organização, o público já pode realizar o pré-cadastro para o evento pelo site nobel360.com.br. A inscrição garante a prioridade na compra dos ingressos, que começam a ser vendidos em 23 de fevereiro.
Além do show, o evento terá open bar com cerveja, água e refrigerante. Ainda haverá lounge e camarotes limitados.
Zé Neto e Cristiano têm entre seus hits marcantes “Largado às Traças”, “Notificação Preferida” e “Seu Polícia”, além de “Bebida na Ferida”, “Mulher Maravilha” e “Amigo Taxista”. Nascidos em São José do Rio Preto e Presidente Prudente (SP), respectivamente, eles formaram a dupla em 2011 e se consolidaram em 2016.
Problema com bebida
O cantor Cristiano, da dupla com Zé Neto, disse que precisou dar um ultimato ao parceiro há algum tempo: “Para de beber ou a dupla acaba.” A fala ocorreu em entrevista ao canal de Andre Piunti no YouTube, em dezembro. Segundo ele, a morte de Marília Mendonça afetou a saúde de seu companheiro de palco.
“O Zé foi ficando mal. O maior problema, de início, foi o cigarro eletrônico, que começou a afetar o que ele mais amava, a voz. Ele não tinha voz nem mais para falar. Não tinha voz para cantar e se anestesiava no álcool. Subia no palco bêbado e, ao mesmo tempo, tratando a depressão com medicamentos. Tive que fazer um ultimato: ‘Ou você para de beber ou a dupla acaba’”, revelou.
“Eu disse que não podia mais continuar como estava. Não queria ser o responsável pela morte dele”, completou. Ele disse que convocou uma reunião para tratar do tema. Nos últimos três meses de 2024, eles chegaram a fazer uma pausa. Depois disso, eles diminuíram o ritmo.
“No começo, as pessoas não tinham esperança de que o Zé se recuperaria. Voltamos, mas com meio pé no acelerador. Não precisamos mais daquela loucura do início.”