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Quem é Creuzebek, apelido usado em músicas do Mamonas Assassinas?

Apelido presente nas canções faz referência a personalidade famosa

Quem é Creuzebek, apelido usado em músicas do Mamonas Assassinas? Apelido presente nas canções faz referência a personalidade famosa
Imagem: Divulgação

Uma dúvida costuma surgir entre fãs que escutam o único disco lançado pela banda Mamonas Assassinas: quem é Creuzebek, apelido usado em músicas do grupo? O nome é citado em canções como “1406”, “Mundo Animal” e “Uma Arlinda Mulher”.

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O misterioso Creuzebek nada mais é do que o produtor musical Rick Bonadio, responsável por trabalhar diretamente com os Mamonas Assassinas no álbum homônimo lançado em 23 de junho de 1995. O disco vendeu mais de 2,4 milhões de cópias no Brasil e figura entre os álbuns nacionais mais vendidos da história, além de estar entre os maiores sucessos da década de 1990.

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O apelido surgiu de uma brincadeira durante as gravações. O estúdio utilizado pelo grupo era compartilhado com uma banda de forró, cujo sanfoneiro se chamava Brezequeba. Na hora de incluir uma piada no final da música “Uma Arlinda Mulher”, o vocalista Dinho tentou chamar o produtor pelo nome do músico, mas se atrapalhou — e acabou soltando “Creuzebek”. A confusão virou parte da gravação e entrou para a história do disco.

A fala aparece justamente no momento em que o volume da canção vai diminuindo, mantendo o estilo irreverente que marcou a trajetória da banda.

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Rick Bonadio, o ‘Creuzebek’ – Foto: Reprodução

Memorial em homenagem aos Mamonas

Os Mamonas Assassinas estavam no auge do sucesso quando morreram em 2 de março de 1996. Após um show em Brasília, o avião que transportava o grupo colidiu com a Serra da Cantareira durante a aproximação para pouso em Guarulhos, provocando a morte de todos os ocupantes e grande comoção nacional.

Por conta dos 30 anos do acidente, foi realizada a exumação dos corpos dos integrantes como parte da criação de um memorial vivo em homenagem à banda. O espaço será inaugurado no BioParque Cemitério de Guarulhos, cidade onde os músicos moravam.

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A iniciativa, em parceria com as famílias, prevê a cremação simbólica de parte dos restos mortais, que serão transformados em adubo para o plantio de cinco árvores — uma para cada integrante. O memorial funcionará como extensão das sepulturas, que continuarão preservadas e abertas para visitação gratuita.