Cães farejadores e detector de metal: revista em aeroporto incomoda seleção do Uzbequistão
Fabio Cannavaro, técnico do Uzbequistão, disse em protesto que rigor só foi adotado na revista com a delegação comandada por ele
O ex-zagueiro italiano e hoje técnico no Uzbequistão, Fabio Cannavaro, teve que se submeter a uma revista rigorosa ao desembarcar nos Estados Unidos com os jogadores que vão disputar a Copa do Mundo. Depois de passar pelo Departamento de Imigração, Cannavaro reclamou do tratamento dispensado à delegação uzbeque.
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“Disseram-me que estas eram as regras, mas no final a inspeção ocorreu apenas com a gente, então achei curioso. O motivo precisa perguntar para eles”, afirmou o ex-zagueiro à emissora chinesa CGTN.
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O procedimento de revista incluiu a presença de cães farejadores treinados para encontrar drogas, verificação minuciosa de bagagens e uso de detector de metais. As imagens circularam nas redes sociais e despertaram reações.
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Como mostrou o Mais Goiás no fim de semana, outras delegações asiáticas estão tendo problemas com o governo do presidente Donald Trump para se estabelecer em território norte-americano e disputar o torneio. A do Iraque, por exemplo, teve o seu principal atacante, Aymen Hussein, detido e interrogado por sete horas. O fotógrafo oficial da delegação, Talal Salah, foi deportado.
O árbitro somali Omar Artan foi impedido de ficar nos EUA. Entre os europeus, a nota negativa é sobre o atacante da Suíça Breel Embolo, que teve o visto temporariamente retido para revisão, mas depois foi liberado.