Coluna do João Bosco Bittencourt

(Análise) Prefeito não está “morto”, mas vai precisar escalar uma montanha pela reeleição

Situação de Rogério Cruz não é confortável, mas máquina e tempo podem ajudar

Rogério Cruz sanciona lei que cria Casa do Autista, em Goiânia (Foto: Prefeitura)
Rogério Cruz sanciona lei que cria Casa do Autista, em Goiânia (Foto: Prefeitura)

O prefeito Rogério Cruz (Republicanos) aparece em situação desconfortável no levantamento do instituto Goiás Pesquisas (@goiaspesquisas), feito por encomenda do @maisgoias.

Ele aparece apenas em quinto lugar, com 7,06%, atrás do senador Vanderlan Cardoso (PSD), os deputados federais Gustavo Gayer (PL), Silvye Alves (União Brasil), e Delegada Adriana Accorsi (PT).

A pontuação baixa não reflete o esforço feito pelo prefeito nas últimas semanas, com maratona de lançamentos de obras e algumas inaugurações, com superexposição na mídia.

Outra notícia ruim para Cruz: apenas 0,97% dos goianienses avaliam a gestão municipal como excelente. Outros 1,83% dizem ser ótima e 15,83%, boa.

A soma dos três índices positivos é de 18,63%. Já a soma dos negativos é 39,59%. Isto, porque 16,69% afirmam que administração do município é ruim e outros 22,90%, péssima.

Para completar o cenário de adversidades, a maior rejeição, neste momento, é do prefeito Rogério Cruz (Republicanos), com 26,19%.

Tudo isso não quer dizer que prefeito está “morto” eleitoralmente, mas sinaliza que ele terá que escalar uma montanha íngreme para permanecer mais quatro anos no cargo.

A favor dele, contam a máquina administrativa municipal e o tempo.