Quinta-feira, 01 de Outubro de 2026
Coluna do João Bosco Bittencourt

Eleição de prefeito de Goiânia deve ser um festival de caras novas

Sucessão na prefeitura da capital será disputada por estreantes em pleitos majoritários

João Bosco Bittencourt
Por - Goiânia, GO
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A corrida para a cadeira número 1 da prefeitura de Goiânia deve ser marcada por um desfile de caras novas em eleições majoritárias no cenário estadual, sem a presença dos chamados medalhões. Alguns dos possíveis candidatos são figurinhas conhecidas no álbum da política goianiense, mas nunca disputaram ou não tiveram protagonismo no processo.

É o caso, por exemplo, do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Bruno Peixoto, que tem um currículo recheado. Ele é cotado para ser o candidato a prefeito pelo União Brasil. Ele já foi vereador e deputado por vários mandatos, sendo o mais votado na última eleição.

Outro nome lembrado é da jornalista Silvye Alves (União Brasil), eleita a mais votada para Câmara dos Deputados em 2022. Assim como Bruno, poderá ser candidata pela primeira vez a um cargo executivo.

O próprio prefeito Rogério Cruz, se conseguir viabilizar o projeto da reeleição, será uma cara nova. Na última disputa, concorreu como vice de Maguito Vilela. Antes, elegeu-se para vereador na capital.

Embora negue, o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) é outro nome que íntegra a lista. Ele participou do último pleito, mas não teve protagonismo que pode alcançar agora.

Já o MDB fala em Ana Paula Rezende, cujo pedigree é de peso. Filha do ex-prefeito Iris Rezende, será a primeira candidatura, caso aceite o desafio.

O PSDB de Marconi Perillo também planeja lançar uma alternativa diferente. E o PT cogita o ex-reitor da UFG, Edward Madureira.

As caras “velhas” podem ser o senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO) e a deputada federal Adriana Accorsi (PT-GO). Ambos já concorreram duas vezes.

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