Marconi defende recomposição salarial e valorização das forças de segurança
Pré-candidato ao governo de Goiás afirma que servidores públicos devem voltar a ter reposição salarial e propõe medidas para militares da ativa, aposentados e pensionistas
O ex-governador e pré-candidato ao governo de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), defendeu a recomposição salarial dos servidores públicos estaduais e reafirmou o compromisso com a valorização das forças de segurança durante entrevista ao programa SOS Segurança.
Durante a entrevista, Marconi respondeu a perguntas sobre efetivo policial, promoções, carreira militar, Ipasgo, pensionistas e condições de trabalho das corporações. Ao abordar a política de valorização dos servidores, relembrou ações adotadas em seus mandatos e afirmou que a reposição salarial deve voltar a fazer parte das prioridades do estado.
Segundo ele, o tratamento aos servidores precisa alcançar tanto os profissionais da ativa quanto aposentados e pensionistas. Marconi defendeu a adoção de critérios iguais para todas as categorias e afirmou que aqueles que dedicaram décadas ao serviço público não podem ser excluídos das políticas de valorização.
O ex-governador também voltou a defender o fim da cobrança de 14,25% sobre aposentadorias e pensões dos servidores estaduais. Para ele, a medida deve ser revista como forma de garantir maior equilíbrio para os inativos.
Entre as propostas apresentadas, Marconi citou a convocação de aprovados em cadastro de reserva das forças de segurança, a realização de novos concursos públicos para recomposição dos efetivos, a busca de uma solução para militares afetados por mudanças nas regras de promoção e a reestruturação do Ipasgo.
Outro tema abordado foi a criação de uma estrutura especializada para oferecer assistência jurídica aos profissionais da segurança pública em situações relacionadas ao exercício da função.
Ao final da entrevista, Marconi afirmou que pretende colocar a valorização dos profissionais da segurança pública entre as prioridades da administração estadual, caso volte ao governo.