Morosidade do PT preocupa PDT em Goiás
"Uma situação que nos levantou preocupação e que está atrasando nossos trabalhos é a morosidade do PT quanto a definição de uma chapa majoritária", diz Carlos Mundin
O advogado Carlos Mundim (PDT) é um dos nomes que o PDT pode apresentar como pré-candidato ao governo de Goiás. Ao Mais Goiás, ele disse, nesta semana, que o partido tem se preocupado com a morosidade do PT.
O PT ainda não definiu seu pré-candidato ao governo de Goiás. Na segunda-feira (25), contudo, o partido — que está federado ao PCdoB e ao PV — formou uma frente ampla que inclui a federação Rede/PSol, além do PSB e do PDT.
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Segundo ele, a prioridade do PDT, agora presidido por Kowalsky Ribeiro, é a Câmara dos Deputados, mas pretende colocar “nomes à mesa para tratar da questão majoritária em Goiás”. “Uma situação que nos levantou preocupação e que está atrasando nossos trabalhos é a morosidade do PT quanto a definição de uma chapa majoritária.” Mundim reforçou que o PDT precisa trabalhar, mas aguarda o avanço do PT.
Cada federação e partido da frente ampla democrática vai indicar nomes para compor a coordenação da pré-campanha em Goiás e, posteriormente, da campanha do presidente Lula (PT) no Estado. Hoje, o PT tem como pré-candidatos o ruralista Flávio Faedo, o advogado Valério Luiz Filho e o ex-deputado estadual Luis Cesar Bueno.

Faedo foi indicado pela presidente estadual do PT, Adriana Accorsi, que, nos bastidores, resiste a concorrer ao Palácio das Esmeraldas. A deputada federal seria um nome de preferência da Executiva Nacional, mas resiste por querer disputar a reeleição.
Vale citar que o vereador Edward Madureira e o ex-presidente do Sindicato dos Jornalistas de Goiás (Sindjor) Cláudio Curado retiraram os nomes. O jornalista, inclusive, passou a defender o nome de Adriana na corrida por perceber que ela pontua melhor nas pesquisas.
A expectativa do PDT é que até o fim de semana ocorra uma nova reunião para definir a majoritária (governo e Senado) para, então, avançar na pré-campanha dos nomes à Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) e Câmara dos Deputados. O Mais Goiás apurou que o PT quer ainda mais prazo.