TRADIÇÃO

No retorno dos trabalhos, Assembleia avaliará festas juninas como patrimônio cultural goiano

Pauta deve ir a plenário a partir de 15 de fevereiro

No retorno dos trabalhos, Assembleia avaliará festas juninas como patrimônio cultural goiano
No retorno dos trabalhos, Assembleia avaliará festas juninos como patrimônio cultural goiano

Tramita na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) um projeto que torna as festas juninas patrimônio cultural e imaterial goiano. A pauta deve ir a plenário a partir de 15 de fevereiro, no retorno dos trabalhos legislativos do parlamento estadual.

Proposta pelo deputado estadual Charles Bento (MDB), a matéria aponta, em sua justificativa, que o período de junho é um dos mais esperados do ano, em Goiás, por causa das festas juninas. Ele lembra que as comemorações seguem o costume da Igreja Católica e a mistura de outros povos, e que possui comidas e atividades típicas do Estado.

“As celebrações vão desde as mais tradicionais com venda de arroz doce, produtos derivados do milho, como pamonha, canjica, pipoca, bolo de milho verde, milho cozido, bolo de fubá e curau. Também fazem parte do cardápio biscoito de polvilho, batata doce assada, e como bebida o tradicional quentão”, destaca.

Ainda conforme a justificativa, com o passar dos anos ocorreram algumas regionalizações. “Em Goiânia, o forró ganha espaço, além das músicas de roda. Na Villa Cavalcare, o Arraiá da Santa Ajuda e a melodia do estilo musical forró têm a intenção de auxiliar os solteiros a conseguir um parceiro no amor.”

Outro ponto destacado são as competições dos grupos da Federação de Quadrilheiros do Estado de Goiás e o Arraiá do Cerrado, que ocorrem todos os anos. “A festa também difunde características do povo goiano e alegra a multidão”. Além de aprovação em dois turnos, a matéria depende de sanção do governador Ronaldo Caiado (União Brasil).