Eleções 2014

Jayme Rincón: “Não vamos mexer em time que está ganhando

“Em time que está ganhando não se mexe”. Foram com essas palavras que o presidente…

“Em time que está ganhando não se mexe”. Foram com essas palavras que o presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas (Agetop), Jayme Rincón, começou uma entrevista coletiva nesta terça-feira (07/10), após sair de uma reunião com o governador Marconi Perillo (PSDB)

“Continuaremos mostrando o que Marconi fez, e como fez. O povo goiano pode ver, espalhadas em todo o Estado, as ações do governo. O adversário, pelo contrário, permanece sem propostas. Esse é o nosso eixo norteador para o segundo turno, a comparação”, acrescentou.

Confiante na vitória do governador no dia 26 de outubro e ressaltando os 552 mil votos de frente para o tucano em relação ao adversário do PMDB, Iris Rezende, Jayme Rincón acredita ainda que votos de grandes colégios eleitorais como Anápolis, cidade natal do ex-governadoriável Antônio Gomide (PT), migrem para Marconi. “O eleitor sabe do carinho e atenção do governador por Anápolis. Agora que Gomide não está mais na disputa, temos convicção de que esses eleitores ficarão ao lado do governador”, prevê.

Jayme Rincón ainda foi enfático ao afirmar que não acredita no aumento de votos de Iris, neste segundo turno, principalmente pelos altos índices de rejeição do peemedebista. “Em Anápolis, por exemplo, o que Iris Rezende fez por aquela cidade?”, questiona o presidente da Agetop, relembrando, em seguida, a “aversão” do ex-prefeito de Goiânia por aquela cidade.

Alianças
Questionado sobre manifestações de apoio e alianças com antigos adversários para este segundo turno, Jayme Rincón ressaltou que toda a base do governador está aberta ao diálogo. “Porém, não acredito que os eleitores sigam fielmente as decisões dos partidos em apoiar determinado candidato. O eleitor é livre para escolher e ele sabe o que é melhor para Goiás. Além disso, ele vai querer avaliar as propostas apresentadas pelos candidatos”, lembra.

De acordo com Rincón, os goianos estão atentos aos planos de governo dos candidatos, e este é um ponto na hora de definição dos votos. “Iris Rezende, diferentemente do governador Marconi Perillo, pautou toda sua campanha no rancor e ódio que sente pelo nosso candidato. O resultado disso são os ataques rasteiros vistos em todos os seus programas eleitorais. Ou seja, ele não tem propostas factíveis”, sentenciou.

Esta “inversão de objetivos” (atacar ao invés de apresentar propostas) feita pelo peemedebista, de acordo com Jayme, é responsável pela quantidade inexpressiva de votos no primeiro turno. “O eleitor não aceita mais campanha de baixo nível. Prova disso é que Iris obteve a menor votação na história do PMDB em Goiás.”