Jornalista formada pela UFG morre após ficar 38 dias em coma devido a acidente doméstico
Profissional estava internada desde o dia 30 de maio após sofrer queimaduras em um acidente doméstico; ela deixa duas filhas
A jornalista Érika Leal, integrante da equipe da Record Brasília, morreu na terça-feira (7/7), aos 47 anos, após sofrer um acidente doméstico com uma fogueira. Segundo relatos de familiares e amigos, a profissional teve cerca de 60% do corpo queimado. Ela estava internada desde o dia 30 de maio, em coma, no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), no Distrito Federal.
De acordo com informações compartilhadas por pessoas próximas à família, Érika sofreu as queimaduras durante uma celebração. Apesar do atendimento médico e dos cuidados intensivos durante o período de internação, ela não resistiu às complicações. A jornalista deixa duas filhas, Jaqueline, de 19 anos, e Jéssica, de 17.
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Em nota publicada nas redes sociais, a emissora lamentou a morte da jornalista e destacou a trajetória profissional de Érika Leal, ressaltando sua dedicação, sensibilidade e compromisso com o jornalismo. A emissora informou que ela fazia parte da equipe desde 2019 e participou de coberturas nas áreas de política, economia, cultura e entretenimento ao longo da carreira.
Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Goiás (UFG), Érika também era mestre em Interpretação e Tradução de Idiomas pela University of Westminster, na Inglaterra. Fluente em inglês, acumulou experiência em televisão, rádio, internet, jornal, revista e assessoria de imprensa. Atualmente, apresentava o programa Interesse Público, do Ministério Público Federal, exibido pela TV Justiça.
Em comunicado, a Record Brasília afirmou que a partida da profissional deixa uma lacuna entre colegas, amigos e familiares, que guardam a lembrança de uma jornalista talentosa e apaixonada pela profissão.
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