Sábado, 08 de Agosto de 2026
OPERAÇÃO MÃO INVISÍVEL

Quatro pessoas são presas por se passarem por funcionários de bancos para aplicar golpes

Ação do Ministério Público de Goiás resulta na prisão de suspeitos e apreensão de materiais relacionados às fraudes

Por - Goiânia, GO
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Foto: Divulgação / Ministério Público de Goiás

Quatro pessoas foram presas por se passarem por funcionários de bancos para aplicar golpes. As prisões ocorreram na quarta-feira (13), em São Paulo, durante a operação Mão Invisível, deflagrada pelo Ministério Público de Goiás em conjunto com o MP-SP e a Polícia Militar paulista.

De acordo com o MPGO, o grupo era responsável por um esquema sofisticado de fraudes cibernéticas que causavam prejuízos a clientes bancários em diversos estados do país. Além dos mandados de prisão, a operação cumpriu cinco mandados de busca e apreensão.

Segundo as investigações, os criminosos utilizavam técnicas avançadas, como ligações telefônicas por Voip (voz sobre IP) e “spoofing de chamada”, que permitiam alterar o número de telefone exibido no identificador de chamadas da vítima, simulando ser um número oficial do banco.

Além disso, os golpistas empregavam a engenharia social, fazendo-se passar por membros das equipes de segurança das instituições bancárias e orientando as vítimas a adotarem medidas específicas para prevenir os golpes.

As investigações também revelaram que a organização criminosa utilizava “rootkits” e aplicativos de acesso remoto para obter controle total sobre os celulares das vítimas. Os golpistas convenciam que os clientes a instalarem supostos “antivírus”, alegando proteger o dinheiro contra acessos não autorizados, quando, na verdade, os aplicativos possibilitavam acesso remoto completo aos celulares.

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