Colégios particulares de Goiânia suspendem aulas presenciais após casos de Covid-19
No início de agosto, o Colégio WR chegou a suspender as atividides presenciais por 14 dias após confirmação de seis casos positivos
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Dois colégios particulares de Goiânia suspenderam as aulas presenciais por 14 dias na última semana. A medida foi tomada devido avanço da Covid-19 nas instituições de ensino.
O Colégio Integrado comunicou aos pais e alunos que registrou três casos simultâneos de Covid-19 de estudantes que compartilham as mesmas áreas de convivência.
Diante disso suspendeu na última semana as atividades presenciais do 8º e 9º anos, além do ensino médio por 14 dias. Assim as aulas in loco da unidade Jaó só voltarão à escola no dia 15 de setembor.
“Informamos que todo nosso prédio passou por uma desinfecção geral hoje à tarde (última quarta-feira) e até o presento momento não houve nenhuma notificação de sintomas em alunos do 6º e 7º anos. Por termos instalações físicas independentes, as aulas presenciais para essas séries serão mantidas até segunda ordem”, diz o comunicado.
Colégio particular de Goiânia suspende prova após caso de Covid-19
Já o Colégio WR suspendeu uma prova presencial no sábado (4) após um aluno ser diagnosticado com Covid-19. A instituição comunicou aos pais que caso outro aluno apresente sintomas não deverá frequentar as aulas nem fazer provas presenciais.
No início de agosto, o colégio chegou a suspender as atividides presenciais por 14 dias após confirmação de seis casos positivos entre alunos.
Protocolo para aulas presenciais
O protocolo de biossegurança para atividade presenciais nas instituições de ensino de Goiás estabelece que caso haja identificação de caso suspeito ocorra na escola em um estudante, é preciso acionar os contatos de emergência do mesmo para informar e orientar sobre a necessidade de ficar em observação e de se manter em isolamento domiciliar e procurar atendimento médico para avaliação e investigação diagnóstica.
Se o caso suspeito for trabalhador ou colaborador da instituição, deve ser orientado quanto, a necessidade de procurar atendimento médico para avaliação e investigação diagnóstica, às políticas de licença médica, e ser afastado de acordo com o caso, se síndrome respiratória ou síndrome respiratória aguda grave (SRAG), ressalvada a possibilidade de teletrabalho.