Criminosos roubam R$ 120 mil de engenheiro depois de fingir que eram clientes, em Itumbiara
Crime aconteceu quando a vítima foi até uma propriedade rural realizar um serviço após ser chamado por criminosos que eram falsos clientes
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Um engenheiro agrônomo foi mantido refém por cerca de quatro horas e obrigado a transferir mais de R$ 120 mil para contas bancárias indicada pelos criminosos, em Itumbiara, no sul de Goiás. O crime aconteceu na segunda-feira (22), quando a vítima foi até uma propriedade rural para realizar um serviço após ser contactado por um dos criminosos, que fingiu ser cliente.
Após o registro da ocorrência e os prints com os nomes dos destinatários das contas, a Polícia Civil e a Polícia Militar prenderam três pessoas em Inhumas. Um deles, tinha um mandado de prisão em aberto por outro crime, e seria o mentor desse sequestro. Com eles, os policiais apreenderam dinheiro em espécie e celulares. Os três foram autuados pelos crimes de associação criminosa e roubo com restrição da liberdade da vítima.
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Segundo o delegado Irineu Pesarini, a vítima contou à polícia que, ao chegar ao local, foi abordada por quatro homens armados. Os criminosos restringiram a liberdade do engenheiro e o obrigaram a realizar transferências bancárias do dinheiro que ele tinha na conta e também de empréstimos que teve que fazer no banco.
“A vítima foi contratada para fazer um serviço em uma propriedade rural de Itumbiara e lá chegando foi abordada por indivíduos armados, os quais restringiram a liberdade da vítima e a obrigaram a fazer transferências para outra conta bancária. Após algumas horas a vítima foi libertada”, explicou o delegado.

Após quatro horas sob o domínio do grupo, o homem foi libertado. O caso, porém, não terminou naquele momento. Depois do sequestro, os criminosos voltaram a entrar em contato com a vítima e exigiram uma nova transferência de dinheiro.
O engenheiro só procurou a polícia na quinta-feira (24), quando relatou o crime e informou que havia transferido mais de R$ 120 mil aos suspeitos.
De acordo com o delegado Irineu Pesarini, a investigação continua para identificar a participação de cada envolvido e localizar os demais suspeitos. Dois criminosos apontados como integrantes do grupo são de Itumbiara e permanecem foragidos.