Confira quais são os bairros com o metro quadrado mais caro em Goiânia
Setor Marista lidera lista de bairros mais caros na capital
O preço do metro quadrado em Goiânia pode variar quase R$ 7 mil dependendo do bairro escolhido. Dados divulgados pela Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO) com números de 2025 apontam que, enquanto o setor Marista ultrapassa os R$ 13,3 mil por metro quadrado, regiões mais acessíveis da capital registram valores próximos de R$ 6,6 mil.
O preço médio do metro quadrado residencial na capital ficou em R$ 10.531, alta de 13,4% em relação a 2024. Isso significa que tanto bairros nobres quanto os mais acessíveis acompanharam o movimento de valorização registrado no município.
Os 10 bairros mais caros de Goiânia
O ranking de bairros mais caros é liderado por setores tradicionais e com forte concentração de serviços, comércio e empreendimentos de alto padrão.
- Setor Marista – R$ 13.326/m²
- Jardim Goiás – cerca de R$ 12.900/m²
- Setor Bueno – cerca de R$ 12.800/m²
- Setor Oeste – cerca de R$ 12.650/m²
- Nova Suíça – cerca de R$ 12.400/m²
- Setor Sul – cerca de R$ 11.900/m²
- Setor Pedro Ludovico – cerca de R$ 11.700/m²
- Setor Bela Vista – cerca de R$ 11.500/m²
- Setor Universitário – cerca de R$ 11.300/m²
- Alto da Glória – cerca de R$ 11.100/m²
Nessas regiões, a valorização é impulsionada principalmente pela infraestrutura, oferta de escolas, hospitais, supermercados, áreas de lazer e proximidade com centros empresariais.
Comparando os extremos do ranking, o metro quadrado no setor Marista custa mais que o dobro do valor encontrado em bairros como Parque Real, o mais barato com cerca de R$ 6.600/m² . Segundo a Ademi-GO, a diferença reflete fatores como padrão construtivo, idade dos imóveis, infraestrutura urbana, oferta de serviços e percepção de segurança.
Perfil de comprador varia por região
Nos bairros mais caros, a procura é majoritariamente por apartamentos de médio e alto padrão, com áreas de lazer completas e localização estratégica. Já nas regiões mais acessíveis, predominam imóveis compactos, casas térreas e empreendimentos voltados para famílias que buscam a primeira moradia.
O cenário também é influenciado pelo crédito imobiliário. Com expectativa de queda gradual nas taxas de juros em 2026, a tendência é de aumento na demanda, o que pode pressionar ainda mais os preços, especialmente nas regiões que já apresentam maior valorização.
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