Homem que furtou joias em shopping de Goiânia tem histórico de roubos e corrupção de menores
O homem já havia sido condenado e respondia em liberdade
O homem apontado como autor do furto de cerca de R$ 1 milhão em joias no shopping Passeio das Águas, em Goiânia, possui antecedentes criminais em Goiás e no Distrito Federal. Elisson Santos Oliveira, de 28 anos, tem três passagens por roubo, dois deles cometidos com uso de arma de fogo, além de registro por corrupção de menores.
Em 2022, recebeu pena de quatro anos e oito meses de prisão por roubo a uma loja de celulares em Valparaíso de Goiás. Na ação, ele e um comparsa fingiram ser clientes antes de anunciar o assalto. Clientes foram obrigados a se deitar no chão enquanto os criminosos recolhiam aparelhos, quebravam vitrines e colocavam os produtos em mochilas. Ambos foram presos, denunciados pelo Ministério Público e posteriormente condenados. Elisson recebeu uma pena de quatro anos e oito meses pelo crime.

Em fevereiro de 2017, foi preso por outro roubo a estabelecimento comercial. Conforme a polícia, armado, ele levou 47 celulares de uma loja que comercializava aparelhos e eletrodomésticos. Os itens foram colocados em uma bolsa que estava com ele durante o crime. As informações foram divulgadas pela TV Anhanguera.
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Furto milionário em Goiânia
Mesmo com o histórico, o suspeito voltou a ser preso após confessar o furto milionário à joalheria em Goiânia. De acordo com relato feito aos policiais, ele teria planejado a ação por cerca de cinco meses e contado com o auxílio de um funcionário de uma ótica vizinha para ter acesso ao interior do shopping após o fechamento.
Elisson foi detido em Santo Antônio do Descoberto, no Entorno do Distrito Federal, com três relógios e uma corrente de ouro. Ele afirmou ter vendido o restante das peças, avaliadas em mais de R$ 1 milhão, por R$ 56 mil na Feira dos Importados, em Brasília.
Apesar da confissão e dos antecedentes criminais, ele foi liberado. Em audiência de custódia, a magistrada responsável entendeu que não estavam configurados os requisitos legais do flagrante e revogou a prisão.
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