Justiça mantém condenação de Wellington Macedo por atentado a bomba no Aeroporto de Brasília
3ª Turma Criminal rejeitou tese de crime impossível apresentada pela defesa
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O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) manteve a condenação de Wellington Macedo de Souza pelo caso do atentado a bomba próximo ao Aeroporto de Brasília, em dezembro 2022. O acórdão pela manutenção da pena de 6 anos de prisão foi unânime pela 3ª Turma Criminal da Corte.
Ele foi condenado por explosão majorada ao colocar um artefato explosivo em um caminhão-tanque perto do terminal. O veículo estava carregado com 63 mil litros de querosene de aviação. A defesa, por sua vez, alegou “ausência de intenção, desconhecimento sobre o conteúdo transportado, além de defender a tese de crime impossível, uma vez que o artefato não teria capacidade real de explodir”.
Para o TJDFT, contudo, tanto as imagens como a confissão de um dos envolvidos demonstraram que o grupo premeditou a ação, pois esteve várias vezes no local para definir onde colocariam a bomba. Perícia também desmontou a tese da defesa de que o artefato não tinha capacidade de detonar.
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Wellington chegou a ficar foragido e foi preso em setembro de 2023. Ele chegou a cumprir pena em regime fechado, mas migrou para o regime semiaberto em dezembro de 2024. Entretanto, em junho do ano passado, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou nova prisão do acusado e outros dois condenados no episódio pelo descumprimento de medidas da prisão domiciliar.
Wellington, conforme o magistrado, publicou vídeo nas redes sociais dizendo que fugia de um mandado de prisão. Além disso, ele pedia ajuda financeira.