‘Herói da pátria’: lei coloca Senna em lista com Tiradentes e Machado de Assis
Ayrton Senna foi tricampeão mundial da Fórmula 1, mas morreu aos 34 anos, durante o GP de San Marino, na Itália, em 1994
Um dos maiores ídolos do esporte brasileiro, o piloto Ayrton Senna foi oficialmente reconhecido como Herói da Pátria. A honraria foi sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em 1º de julho, por meio da Lei nº 15.447/2026, que determina a inscrição do tricampeão mundial no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria.
Criado em 1992, o livro reúne personalidades que tiveram papel relevante na defesa e na construção do Brasil. Com a inclusão de Senna, o ex-piloto torna-se o 100º nome da lista, que reúne figuras históricas como Tiradentes, Anita Garibaldi, Machado de Assis e Zumbi dos Palmares.
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Senna será o terceiro esportista a integrar a obra. Os outros dois atletas homenageados são Adhemar Ferreira da Silva e João Carlos de Oliveira, ambos destaques do salto triplo.
A proposta de inclusão de Ayrton Senna foi apresentada pelo senador Marcos Pontes, por meio de um projeto de lei protocolado em 2024. O texto recebeu parecer favorável do senador Jorge Kajuru, de Goiás, e foi aprovado pela Comissão de Esporte do Senado, dispensando a votação em plenário.
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Nascido em São Paulo, Ayrton Senna tornou-se um dos maiores pilotos da história da Fórmula 1. O brasileiro conquistou três títulos mundiais, em 1988, 1990 e 1991, além de somar 41 vitórias na principal categoria do automobilismo. Senna faleceu em 1º de maio de 1994, aos 34 anos, após um acidente durante o GP de San Marino, na Itália.
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