Goiás e Cruzeiro já se enfrentaram pelas semifinais da Copa do Brasil; relembre como foram os duelos
Goiás e Cruzeiro se enfrentam nesta quarta-feira (22/04) pela Copa do Brasil, no Serra Dourada
Goiás e Cruzeiro entram em campo nesta quarta-feira (22/04), no Serra Dourada, pela quinta fase da Copa do Brasil. Este será o terceiro confronto eliminatório entre as equipes, que se enfrentaram pela última vez no torneio em 2003, protagonizando dois grandes jogos, tanto em Goiânia quanto em Belo Horizonte. Naquela temporada, o time celeste levou a melhor e acabou conquistando o título da competição na final.
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Em 2003, o Goiás chegou à semifinal embalado por uma boa campanha, tendo eliminado Ipatinga, Ituano, Botafogo e São Paulo. Já o Cruzeiro também vivia excelente fase sob o comando de Vanderlei Luxemburgo, após passar por Rio Branco-ES, Coríntians de Caicó, Vila Nova e Vasco.
Dentro de campo, as duas equipes contavam com jogadores de destaque. Pelo lado esmeraldino, nomes como Harlei, Fabão, Josué, Marabá, Dimba e Araújo se sobressaíam. Já a Raposa tinha Gomes, Edu Dracena, Jardel, Aristizábal e, como principal referência técnica, o meia Alex.
No primeiro jogo, as equipes chegaram com longas invencibilidades, o Goiás somava 26 partidas sem perder em casa, enquanto o Cruzeiro estava há 35 jogos invicto. No Serra Dourada, os mineiros saíram na frente com Aristizábal, mas o Goiás empatou na sequência com Dimba. Ainda no primeiro tempo, Deivid recolocou o Cruzeiro em vantagem com um gol em posição irregular.
Na segunda etapa, Deivid marcou novamente, ampliando com um toque por cobertura. O Goiás teve a chance de diminuir em cobrança de pênalti com Caíco, mas o jogador desperdiçou. Já na reta final, Araújo marcou o segundo gol esmeraldino, fechando o placar em 3 a 2 e mantendo o alviverde vivo na briga.
Na partida de volta, no Mineirão, o Goiás começou melhor e abriu o placar logo aos dois minutos, com Auecione. A equipe ainda chegou a marcar o segundo com Dimba, mas o gol foi anulado por impedimento. Empurrado pela torcida, o Cruzeiro reagiu e empatou com Mota na segunda etapa. Nos minutos finais, Augusto Recife marcou por cobertura e garantiu a vitória celeste por 2 a 1 e de quebra garantiu o clube na decisão da Copa do Brasil daquele ano.