‘Argentina teve intenção e Inglaterra, medo’, diz jornal britânico Guardian
The Guardian questiona decisão do técnico da Inglaterra, Thomas Tuchel, de fechar time com linha de cinco após fazer primeiro gol
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“A Argentina mostrou intenção. Tuchel mostrou medo”: essa é a conclusão a que chegou o jornal britânico The Guardian depois da derrota da Inglaterra por 2 a 1 contra Argentina na semifinal da Copa, nesta quarta (15).
O ‘Guardian’ questiona a decisão do técnico Thomas Tuchel de recuar o time depois de abrir o placar aos 10 minutos do segundo tempo, com Anthony Gordon. O próprio Gordon foi sacado do time para dar lugar a um jogador de defesa, Ezri Konsa.
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“A Inglaterra não apresentou nada de novo quando recuou com a vaga na final da Copa do Mundo ao seu alcance. A negatividade foi lamentável e não foi surpresa quando a punição chegou na forma de uma reação clínica da Argentina em Atlanta”, disse a reportagem do jornal britânico.
“Esta é uma história tão antiga quanto o tempo. A Inglaterra teve a chance de ampliar a vantagem depois que Anthony Gordon abriu o placar no início do segundo tempo, mas voltou ao seu padrão habitual. A mentalidade era passiva e pareciam com medo de vencer. Ninguém tocou na bola e ofereceu controle. Harry Kane? Invisível em mais um jogo. O meio-campo? Superado em todos os aspectos por Alexis MacAllister e Enzo Fernández. Thomas Tuchel? Superado por Lionel Scaloni, cujas substituições fizeram a diferença, e recuou rápido demais quando ainda havia muito tempo para a Inglaterra defender a vantagem”, afirmou o Guardian.
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Sobre a reta final do jogo, a reportagem relata: “A Inglaterra nem sequer estava defendendo bem a sua área. A Argentina os expôs no jogo aéreo e Scaloni sentiu a mudança de humor. Ele retirou sua proteção defensiva e colocou um ponta, Nicolás González no lugar de Leandro Paredes. A Argentina mostrou intenção. Tuchel mostrou medo. Pareceu prematuro quando ele mudou para a linha de cinco defensores”.