Presidente da Conmebol diz que a Copa de 2030 deve ter 64 seleções
Alejandro Domínguez publicou mensagem nas redes sociais tratando a ampliação como definida, embora a FIFA ainda não tenha oficializado a mudança
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O presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, afirmou nesta segunda-feira (20), por meio das redes sociais, que a Copa do Mundo de 2030 será disputada por 64 seleções. A publicação foi feita um dia após o encerramento do Mundial de 2026 e voltou a colocar em pauta a proposta de ampliação da competição para a edição do centenário.
Na mensagem, o dirigente escreveu que “o Mundial de 2030 será disputado por 64 seleções”, tratando a expansão como definida. A declaração, porém, antecede um anúncio oficial da FIFA, que ainda não confirmou a mudança.
A proposta de ampliar o torneio ganhou força inicialmente em março de 2025 e passou a ser defendida publicamente pela Conmebol como forma de celebrar os 100 anos da Copa do Mundo. Para Domínguez, o centenário é uma ocasião única e deve permitir a participação de um número ainda maior de países.
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Possibilidade será discutida pela FIFA
Recentemente, o presidente da FIFA, Gianni Infantino, confirmou que a entidade irá discutir oficialmente a possibilidade de aumentar o número de participantes após a conclusão da Copa do Mundo de 2026. Apesar disso, nenhuma decisão foi anunciada até o momento.
Se aprovada, a edição de 2030 será a única com 64 seleções. O torneio já será histórico por celebrar o centenário da Copa do Mundo e terá Espanha, Portugal e Marrocos como sedes principais, além de partidas inaugurais em Uruguai, Argentina e Paraguai, em homenagem ao Mundial de 1930.
A ampliação divide opiniões no futebol mundial. Enquanto a Conmebol defende uma competição mais inclusiva, dirigentes de outras confederações demonstraram preocupação com o impacto no calendário, na logística e na competitividade das Eliminatórias.