Em menos de 24h, mulher invade recinto de elefante no zoológico e tenta arrancar criança da mãe no DF
Suspeita apresenta histórico de transtornos psicológicos e está internada
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Uma mulher que invadiu o recinto de um elefante no Zoológico de Brasília e, no dia seguinte, tentou levar uma criança à força foi detida no Distrito Federal no último fim de semana. A suspeita, segundo a família, enfrenta transtornos psicológicos e estaria em surto. Assista ao vídeo abaixo!
- Homem que invadiu recinto de elefante no zoológico de Brasília é indiciado; vídeo
O episódio mais recente ocorreu na tarde de domingo (13), em uma residência de Samambaia. De acordo com a Polícia Militar, a mulher tentou arrancar uma criança de 8 anos dos braços da mãe, o que provocou uma luta corporal. Testemunhas relataram que ela chegou a puxar o menino pelo pescoço, sendo contida por moradores até a chegada dos policiais.
Durante a abordagem, os agentes perceberam sinais de desorientação e um aparente surto psicótico. A mulher foi encaminhada para atendimento médico e permanece internada.
Invasão no zoológico
No sábado (11), a mesma mulher invadiu o recinto do elefante Chocolate no Zoológico de Brasília. Ela ultrapassou as barreiras de proteção e foi contida por um segurança antes de se aproximar do animal.
O Corpo de Bombeiros prestou os primeiros atendimentos e, ao identificar sinais de alteração comportamental, encaminhou a suspeita para uma unidade de saúde.
Em nota, a Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil informou que o elefante não sofreu ferimentos. O animal foi resgatado de um circo após histórico de maus-tratos.
Família relata histórico de surtos
A irmã da mulher afirmou que ela sofre de transtornos psiquiátricos desde 2020 e já passou por outras internações. Segundo a familiar, os surtos são recorrentes e, durante as crises, a mulher acredita que pessoas e animais estão sendo vítimas de maus-tratos.
A família também relatou que a suspeita se recusa a manter tratamento contínuo e que o quadro pode estar relacionado ao uso de cannabis, conforme orientação médica recebida.
Diante da gravidade dos episódios, os familiares buscam uma internação compulsória para garantir o acompanhamento adequado.