Chefe de facção morre em confronto enquanto se preparava para execução em Pirenópolis
Faccionado é apontado com um dos autores de atentado que matou casal e deixou uma pessoa ferida, em Abadiânia
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Um homem apontado como líder da facção carioca Terceiro Comando Puro (TCP), em Abadiânia, no Entorno do Distrito Federal, morreu em confronto com a Polícia Militar (PM) durante uma tentativa de abordagem, em Anápolis. O faccionado, conforme a corporação, é apontado como um dos autores de um atentado que matou um casal e deixou uma pessoa ferida em julho deste ano, em Abadiânia.
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A PM tomou conhecimento de que o chefe do TCP estaria passando pela cidade por meio de compartilhamento de informações entre batalhões, que identificaram que o faccionado estaria à caminho de Pirenópolis para praticar um novo homicídio à mando da organização carioca. Ao avistar o veículo do investigado, os policiais deram ordem de parada.
O criminoso, no entanto, iniciou uma fuga de moto até perder o controle do veículo e sair da pista. De acordo com a PM, o faccionado ainda continuou a fuga à pé, tendo se escondido em um bananal depois de abrir fogo contra os policiais. As equipes realizaram um cerco na região, onde descobriram que o chefe do TPC estaria abrigado em uma chácara nas proximidades.
Ao se aproximarem da propriedade e iniciarem as buscas, de acordo com a PM, as equipes conseguiram localizar o homem, que novamente atirou contra os policiais, que reagiram. O chefe da facção acabou sendo baleado, tendo a morte constatada pelo socorro médico.
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Atentado em Abadiânia
Conforme a PM, o criminoso era apontado como liderança do TCP, em Abadiânia, desempenhando a função de executar homicídios em favor da organização criminosa. Ele era apontado como um dos principais suspeitos de envolvimento no homicídio do casal Thiago Miranda de Macedo, de 39 anos, e Adriene Alves de Sousa, de 41 anos. Eles foram mortos no bairro Jardim Santa Fé, em Abadiânia, em julho deste ano.
Uma terceira pessoa também foi ferida na ação criminosa. A sobrevivente contou aos policiais que dois homens encapuzados invadiram a casa de forma violenta, já com armas em punho, e começaram a atirar. Como os homens estavam encapuzados, a sobrevivente não conseguiu identificá-los nem fornecer mais detalhes à polícia.