Menino de 3 anos morto em Planaltina de Goiás sofreu lesões na cabeça e região genital; padrasto foi preso
Menino apresentava lesões em diferentes partes do corpo, e polícia também apura a possibilidade de envenenamento
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O Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) da Polícia Civil de Planaltina de Goiás investiga a morte de um menino de 3 anos após o laudo cadavérico apontar politraumatismo. O padrasto da criança foi preso em flagrante durante a apuração. João Vicente Alves morreu na segunda-feira (28), após ser levado em estado grave para uma unidade de saúde do município.
A criança foi levada para atendimento médico após apresentar ferimentos pelo corpo. Informações levantadas durante a ocorrência indicaram lesões na cabeça e nas regiões genital e anal. A origem dos ferimentos ainda é investigada.
O exame cadavérico apontou politraumatismo, mas a dinâmica que provocou as lesões ainda não foi esclarecida. Outros exames devem auxiliar os investigadores na reconstrução do que aconteceu antes de o menino ser levado para atendimento.
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Padrasto foi preso
O padrasto da criança, que trabalha como corretor de imóveis e é conhecido na região, foi preso em flagrante durante a apuração do caso. Conforme as informações iniciais repassadas à polícia, teria sido ele quem levou o menino para receber atendimento médico.
O suspeito mantinha um relacionamento com a mãe de João havia alguns anos. No dia do fato, ela saiu para trabalhar e, como estuda à noite, deixou o menino aos cuidados do companheiro. O homem também é pai de uma criança de 6 anos, que, segundo os relatos, estava na casa.
Polícia apura outras possibilidades
Além das lesões, a investigação também considera a possibilidade de envenenamento, hipótese que ainda não foi confirmada. Exames laboratoriais deverão indicar se houve ou não a presença de alguma substância no organismo da criança.
O pai do menino trabalhava em Planaltina, no Distrito Federal, e ficou em estado de choque após a morte do filho. A mãe também ficou profundamente abalada, conforme relato de familiares.
O padrasto permanece preso enquanto a investigação continua. A Polícia Civil ainda deve reunir os resultados dos exames e demais elementos para esclarecer o caso.
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